COSEMS-PB participa da abertura do 2º Seminário do Programa Brasil Saudável durante o MEDTROP 2025, em João Pessoa

 

O Diretor de Gestão e Planejamento do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde da Paraíba (COSEMS-PB), Antônio Máximo da Silva Neto, representou o COSEMS-PB e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) na mesa de abertura do 2º Seminário do Programa Brasil Saudável, realizado neste domingo (2), durante o 60º Congresso Brasileiro de Medicina Tropical (MEDTROP 2025), em João Pessoa.

Durante o seminário, foram abordados temas de relevância, como a eliminação de doenças, os determinantes sociais da saúde e a importância de ações intersetoriais para garantir avanços efetivos até 2030. A programação do evento contou com quatro painéis de discussão voltados à promoção da equidade e à melhoria da qualidade de vida da população, com destaque para a atuação dos municípios no fortalecimento das políticas públicas de saúde.

Para o Diretor Antônio Máximo da Silva Neto, o seminário representa um espaço de diálogo essencial para fortalecer a atuação dos gestores municipais de saúde. “O Programa Brasil Saudável reafirma o compromisso do SUS com a vida e com a justiça social. É fundamental que os municípios sejam apoiados técnica e financeiramente para desenvolverem ações que cheguem até quem mais precisa. Somente com integração e cooperação entre as esferas de governo conseguiremos alcançar as metas propostas e eliminar doenças que ainda impactam tantas comunidades”, avaliou Neto.

O Programa Brasil Saudável: Unir para Cuidar é uma iniciativa do Governo Federal coordenada pelo Ministério da Saúde, que busca integrar esforços entre diferentes setores da gestão pública e da sociedade civil. O programa envolve 13 ministérios, além de parceiros estratégicos, com o objetivo de eliminar 11 doenças e cinco infecções de transmissão vertical como problemas de saúde pública. Os municípios têm papel fundamental na execução das ações, especialmente na atenção primária, sendo responsáveis por adaptar as estratégias às realidades locais e superar desafios como o subfinanciamento, a rotatividade de profissionais e as desigualdades sociais.

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