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Estudo descobre molécula capaz de tratar derrame cerebral

O IQ (Instituto de Química da Universidade de São Paulo) está estudando a molécula bradicinina – liberada pelo corpo em resposta a vários estímulos — com o intuito de desenvolver novos tratamentos para o derrame cerebral isquêmico e o mal de Parkinson. Durante a pesquisa, a substância, que tem ação anti-hipertensiva e controladora da pressão sanguínea, mostrou-se capaz de reverter a morte de células cerebrais.

A morte celular por derrame isquêmico é ocasionada pela ausência de oxigênio nas células, após o entupimento de um vaso do cérebro. Nesses casos, a bradicinina é capaz de reverter a morte dos neurônios.

O mais interessante é que se trata de uma substância produzida por quase todos os tecidos do organismo e que está presente no plasma humano. A pesquisa ainda está em fase experimental e os resultados foram obtidos por meio de ensaios in vitro (dentro de laboratórios e sem testes em animais).

A bradicinina foi testada, também, contra o mal de Parkinson. Cientistas do ICB (Instituo de Ciências Biomédicas) da USP induziram a doença em ratos – por meio de injeção de uma substância tóxica que mata os neurônios e mimetiza a doença. Depois de sete dias, foi ministrada a substância, e após 56 dias houve reversão dos problemas motores na maioria dos roedores.

Fonte: Site. Dr. Dráuzio Varella

Adolescentes terão cirurgia de obesidade no SUS

A idade mínima para realizar as cirurgias bariátricas na rede pública vai cair dos atuais 18 anos para 16.

A proposta é seguir os mesmos critérios de indicação da cirurgia usados com os adultos –quando o IMC (índice de massa corporal) está acima de 40, ou a partir dos 35, desde que a pessoa tenha doenças associadas à obesidade.

Entre adultos, a frequência da cirurgia no SUS cresceu 43% entre 2009 e 2011, segundo o Ministério da Saúde.

Infográfico: Editoria de arte/folhapress

E vai crescer mais, dizem especialistas, após o governo ter retirado do mercado, em dezembro, uma fatia grande dos inibidores de apetites.

O ministério usa dados de um estudo feito há três anos pela pasta e pelo IBGE para justificar sua preocupação. Entre 2008 e 2009, 21,7% dos jovens entre dez e 19 anos estavam acima do peso.

“Estudos mostram que fazer a intervenção cirúrgica em adolescentes que tenham indicação e já tenham buscado outros mecanismos –sobretudo atividade física e mudanças de hábito alimentar– pode ajudar a reduzir complicações como hipertensão e diabetes”, diz o ministro Alexandre Padilha (Saúde).

Segundo ele, no caso dos adolescentes, a indicação da cirurgia deve estar reforçada pela avaliação da equipe multiprofissional –não ficando, assim, só baseada no IMC.

Haverá ainda outras mudanças nessas cirurgias. Segundo o ministro, o SUS passa a custear uma técnica mais recente –a gastroplastia vertical em manga– em substituição a outra praticada.

A cirurgia reparadora feita depois, para retirar o excesso de pele, passará a incluir a parte posterior do corpo (e não mais só a frontal), diz ele.

O governo também vai tornar obrigatória, no pré-operatório, a realização de cinco exames, como o ultrassom de abdômen total –já praticados na rede privada e em hospitais públicos de referência.

O ministério vai discutir um reajuste de 20% no valor pago pela cirurgia e pelos exames pré-operatórios e a fixação de uma remuneração para estimular a formação de equipes multiprofissionais.

Com isso, espera-se reduzir as filas de espera. As mudanças devem passar a valer no início de 2013.

De acordo com Bruno Geloneze, coordenador do Laboratório de Investigação em Metabolismo e Diabetes da Unicamp, a cirurgia a partir dos 16 anos é possível com “restrições ao quadrado”.

O médico alerta para a necessidade do acompanhamento do jovem por uma equipe com endocrinologista. Essas equipes, afirma, que nem sempre existem no SUS, podem selecionar os casos a serem levados à cirurgia.

O presidente da Sociedade de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, Ricardo Cohen, acha positiva a redução da faixa etária, mas aponta as longas filas já existentes no SUS como um limitador. “Eles não conseguem, hoje, atender a demanda do adulto.”

JOHANNA NUBLAT

Fonte: Folha de São Paulo

Acne

93% de todos os adolescentes, após entrar na puberdade sofrem deste mal. O lado positivo: Acne hoje em dia pode ser controlada ou curada. O sucesso do tratamento depende da motivação em grande parte do indivíduo. Acne ocorre mais freqüentemente em homens do que em adolescentes do sexo feminino. Por quê?
 

Na puberdade, ocorre o aumento da produção de hormônios sexuais masculinos na formação de meninos e meninas. Os hormônios masculinos causam uma excessiva produção de sebo e um crescimento mais rápido das células córneas nas glândulas sebáceas da pele. Acne (acne), portanto é uma doença das glândulas sebáceas. Cada um tem um duto da glândula sebácea, o sebo flui para superfície da pele através destes dutos. Na parte superior do duto estão as células protetotas da pele – chamado corneócitos. Através de aumento da produção das glândulas sebáceas, juntamente com uma queratinização das aberturas das glândulas sebáceas pode ocorrer uma obstrução durante as mudanças hormonais – que causam os impopulares cravos pretos. esta obstrução é um terreno ideal para as diversas formas de bactérias – vêm a inflamação das glândulas sebáceas. Formam-se nódulos inflamatórios eritematosas (espinhas)ou vermelho grande, dolorosa (pústulas). Inflamações são essencialmente causadas pelas bactérias staphylococcus.

Cravos pretos, espinhas, cicatrizes

Distinguimos entre comedões abertos (cravos pretos), comedões fechados (cravos brancos) e Acne pápulo-pustulosa (espinhas inflamadas). Além disso, ocorre a separação entre a acne superficial e grave, a acne profunda com profundidade abaixo da pele e nódulos inflamados(acne conglobata). Esta forma de acne geralmente não é tratada localmente devido a profundidade. A acne profunda, muitas vezes leva a cicatriz, enquanto que a acne superficial, apenas através de maltrato, como “espremer” leva a cicatriz. Muitas vezes, a acne ocorre durante a puberdade, mas existem pacientes com acne entre 25 ou 30 anos de idade. As áreas afetadas são principalmente: o rosto, peito, costas, ombros, porque há muitas glândulas sebáceas nesses lugares.

Os seguintes fatores influenciam

  • Predisposição para a acne, o pai e a mãe através de herença genética para os filhos;
  • As mudanças hormonais, especialmente durante a puberdade, e às vezes durante o período de menstruação ou gravidez;
  • Cosméticos que contenham gorduras ou óleos;
  • Alguns medicamentos como a cortisona (esteróides);
  • O uso prolongado de cosméticos, protetores solares, toxinas ambientais ou produtos químicos.

Não existe nenhuma dieta anti-acne!

Antigamente, acreditava-se que a dieta influenciava na formação de acne. Estudos controlados refutaram esta opinião. No entanto, se após a ingestão de certos alimentos, nota-se a piora da acne, você deve evitar ou abandonar o consumo deste alimento.

Tratamento e cuidados

  • Uso de cosméticos especiais para acne. A limpeza da pele e cuidados com produtos específicos para a pele acnéica é um passo essencial;
  • Muito importante: não espremer e deixar escorrer sobre a pele, uma vez que apenas agrava a inflamação e também deixará cicatrizes. A pele danificada pode também desenvolver outras patologias;
  • Lavar a pele pelo menos uma vez por dia, com os produtos ideais;
  • Aplicação de cremes ou géis de antibióticos, por exemplo, com Peróxido de benzoíla. A droga é eficaz contra a bactéria responsável pelo desenvolvimento da acne;
  • Compressas calmantes ajudam a pele inflamada ou máscaras com camomila.

O tratamento regular com meios eficazes atenua a gravidade da doença e impede a formação de cicatrizes permanentes. A cura da Acne não vai acontecer amanhã, mas – com paciência e cuidado o tratamento terá sucesso!

Quando devo ir ao médico?

Se a acne é muito intensa, com inflamações e grandes supurações, ou na ausência de melhora após tratamentos conjuntos, um médico deve sempre ser procurado. Um médico pode receitar antibióticos como a eritromicina, clindamicina, tetraciclina, ou doxiciclina, ácido azeláico, retinóides, ou combinações de ingredientes ativos, inclui o tratamento dos casos mais graves de acne.

Fonte: Corpo e Saúde

MS incorpora protocolo de tratamento da dor crônica

Uso do novo medicamento possibilitará ao paciente melhor qualidade de vida

Pacientes que fazem tratamento para dor crônica passam a contar com mais um tipo de medicamento. O Ministério da Saúde atualizou o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas da Dor Crônica, lançado em 2002, com a incorporação do medicamento gabapentina para o tratamento no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

A Portaria n° 1.083 traz a inclusão do medicamento, além de orientações aos profissionais quanto ao seu uso. As diretrizes trazem critérios de diagnósticos, tratamento, controle e avaliação e é de caráter nacional e dever ser utilizado pelos profissionais de saúde para garantir o acesso e qualidade no atendimento aos pacientes.

O medicamento gabapentina é utilizado no tratamento da dor neuropática — localizada em qualquer ponto de uma via nervosa por lesão ou disfunção de estruturas do sistema nervoso periférico ou central — e que não responde aos antidepressivos e antiepilépticos. Os benefícios esperados são o alívio da dor, garantindo qualidade de vida aos pacientes. Estas medidas são resultados da consulta pública realizada em 2011, que previa a atualização do Protocolo Clínico.

O tratamento é iniciado na atenção básica, e o tempo varia de acordo com a necessidade de cada paciente. A ausência de efeitos do analgésico ou a presença de efeitos colaterais são critérios para sua interrupção ou substituição do tratamento.

GERAL

Entende-se por dor crônica a dor persistente por mais de três a seis meses, independentemente de qual seja a sua causa. De acordo com a International Association for the Study of Pain, dor é uma sensação ou experiência emocional desagradável, associada a danos para a saúde. A dor pode ser classificada como nociceptiva (visceral e medula espinhal), tendo como sintomas náuseas e vômitos; dor neuropática (sistema nervoso) e dor mista.

Medicamentos ofertados pelo SUS
para dor crônica

Tipo

Classe

Codeína

Opiáceo

Morfina
Codeína

Opiáceo

Morfina
Ácido acetilsalicílico

Anti-inflamatório

Ibuprofeno
Dipirona

Analgésico

Paracetamol
Amitriptilina

Antidepressivo tricíclico

Nortriptilina
Clomipramina
Fenitoína

Antiepiléptico

Carbamazepina
Ácido valpróico
Gabapentina

 

Por Neyfla Garcia, da Agência Saúde – ASCOM/MS

Instituições que oferecem tratamento contra a AIDS na Paraíba

Confira o vídeo publicado no JPB da TV Cabo Branco sobre o diversos serviços que são oferecidos aos portadores do vírus HIV no Estado da Paraíba.

Clique aqui para assistir o vídeo

Destaque para Roberto Maia, diretor do Centro de Testagem e Aconselhamento – AIDS do município de João Pessoa. A saúde do município de João Pessoa avança a cada dia.