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XI Mostra Brasil aqui tem SUS

A presidente do COSEMS da Paraíba Dra. Soraya Galdino, informa a todos que já se encontra aberta as inscrições para os trabalhos a serem apresentados na XI MOSTRA BRASIL AQUI TEM SUS (mostra de experiências municipais de saúde). Comunicamos  que já estamos recebendo no COSEMS (pelo e-mails: cosemspb@hotmail.com) os trabalhos para serem analisados e  posteriormente encaminhados para Brasília. Leiam a íntegra das informações e o regulamento da Mostra para não perderem o prazo no site do CONASEMS: www.conasems.org.br.

Desde 2003, o CONASEMS abre espaço em seus congressos nacionais para a exposição de experiências que mostram um pouco do imenso trabalho das secretarias municipais de saúde na construção e implementação do SUS em todo país. É a Mostra Brasil Aqui Tem SUS. Por meio da apresentação de pôsteres e vídeos, os municípios selecionados contarão suas histórias na Mostra Brasil Aqui tem SUS que, este ano, acontece de 1º a 04 de junho, na 30ª edição do Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde.

O principal objetivo da Mostra é permitir o intercâmbio e a divulgação de trabalhos bem sucedidos no SUS, estimulando e fortalecendo municípios que procuram soluções inovadoras para democratizar o acesso à saúde.

Cada COSEMS deve avaliar e selecionar as 10 (dez)  melhores iniciativas em seus respectivos estados e enviá-los para o CONASEMS até o dia 30 de abril. Entre essas 10 (dez) selecionadas, os COSEMS deverão indicar  01 (uma) experiência para a apresentação oral na RODA DE CONVERSA e entre essas, o CONASEMS selecionará as 5 (cinco) melhores experiências, uma por região, para publicação na edição especial da revista do CONASEMS dedicada ao XXX Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde.

As experiências deverão compor com as várias atuações do SUS, conforme as 12 categorias temáticas publicadas no Edital da Mostra. O CONASEMS destacará com Menção Honrosa a melhor experiência de cada tema.

Contato: (61) 3223.0155 ramal 36/37

Ministério da Saúde e UFSC oferecem especialização gratuita para farmacêuticos do SUS

eadA Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com o Ministério da Saúde, realiza a 2ª edição do Curso de Gestão da Assistência Farmacêutica – EaD: Especialização, Aperfeiçoamento e Estudos de Aprofundamento. As inscrições para o Processo Seletivo para 2014 estão abertas até 21 de outubro e são gratuitas. O pré-requisito para cursar a Gestão em Assistência Farmacêutica é ser profissional farmacêutico e atuar no serviço público de saúde ou como docente de Curso de Graduação em Farmácia.

Serão oferecidas 1.600 vagas. Das vagas ofertadas, 75% serão destinadas a farmacêuticos atuantes no serviço público de saúde e 25% para farmacêuticos que exerçam atividade docente em disciplinas de cursos de graduação em Farmácia, reconhecidos pelo MEC ou pelo Conselho Estadual de Educação. O curso teve uma primeira turma em 2010/2013 com a participação de 2.000 alunos de todo o país.

“Existe uma demanda grande por formação na área de gestão da assistência farmacêutica. Essa é uma temática ainda pouco abordada nos cursos de graduação em Farmácia, por isso mesmo estamos destinando 400 vagas para docentes. Nosso objetivo é qualificar os farmacêuticos e capacitar os professores”, afirma a professora do Curso de Farmácia da UFSC e coordenadora da 1ª. edição do curso, Mareni Rocha Farias.

De âmbito nacional, o curso foi elaborado com a participação de docentes de diversas universidades do país e conta com a coordenação da UFSC que administra a plataforma online e interativa onde as aulas são ministradas. O curso terá alguns encontros presenciais e os candidatos poderão se inscrever em um dos 13 Polos Regionais por todo o Brasil. Os Polos Regionais serão: Manaus (AM), São Luís (MA), Natal (RN), Salvador (BA), Vitória da Conquista (BA), Divinópolis (MG), Brasília (DF), Goiânia (GO), Fortaleza (CE), Ribeirão Preto (SP), São Paulo (SP), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS).

O Ministério da Saúde por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) financiaram e deram o suporte técnico para a realização do curso.

“Nós trabalhamos no projeto e percebemos que a UFSC se revelou uma ótima parceira com expertise na área e com uma ótima relação com as outras instituições o que possibilitou a contribuição de outras entidades na elaboração do conteúdo do curso. Podemos dizer que este projeto foi escrito em rede, dentro da perspectiva do que nós buscávamos”, explica José Miguel do Nascimento Júnior, diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde.

As aulas começam em março de 2014 e vão até fevereiro de 2015. As inscrições estão abertas até o dia 21 de outubro de 2013, na página www.unasus.ufsc.br/gestaofarmaceutica

Convite – Debate sobre o financiamento do SUS

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O Excelentíssimo Senhor Deputado Ricardo Marcelo, Presidente da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, convida para a Sessão Especial para debater o financiamento do Sistema Único de Saúde – SUS.

Data: 07 de outubro de 2013 – às 15h

Local: Plenário Deputado José Mariz

Traje: Passeio

Confirmar: 3214.4577

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Saiba como o estrabismo pode ser corrigido

O estrabismo afeta o paralelismo entre os dois olhos

O estrabismo afeta o paralelismo entre os dois olhos

Estrabismo é um distúrbio que afeta o paralelismo entre os dois olhos, que apontam para direções diferentes. O desvio nos olhos pode ocorrer de vários modos (veja os tipos no box abaixo): para fora, para dentro ou vertical, quando um olho fica mais alto ou mais baixo que o outro.

Para enxergar bem, os olhos devem estar orientados para o mesmo ponto de fixação. Dessa maneira, o cérebro junta essas imagens captadas pelos dois olhos e as interpretam como uma só. A oftalmologista do Hospital Federal da Lagoa, no Rio de Janeiro, Roberli Bicharra, explica que os estrábicos enxergam com menor senso de profundidade, portanto, o cérebro só interpreta uma imagem porque ignora a imagem recebida pelo olho com problema.  “É comum que estrábicos acabem por inutilizar o olho mal posicionado, devido à dificuldade de visão, utilizando apenas o olho que não apresenta o problema”, diz a médica.

De acordo com a oftalmologista, no tratamento para o estrabismo é trabalhado o estímulo ocular. “O estrabismo pode ser corrigido com o uso de óculos, tampão, tratamento ortótico (fisioterapia) e cirurgia”, explica.

A dona de casa Maricelma Rodrigues, 46 anos, é estrábica desde o nascimento e já passou por situações constrangedoras em relação ao problema. Na adolescência sofreu com brincadeiras inadequadas. “Sempre me perguntavam se eu era vesga, se estava olhando para a pessoa ou a parede, entre outras coisas”, conta.

Depois de alguns anos, Maricelma procurou um médico que a indicou a fazer uma cirurgia. “Fiz exames e o oftalmologista me explicou que no meu caso o tratamento mais recomendado é a cirurgia. Ainda estou receosa, mas penso em fazê-la”, afirma a dona de casa.

Quando o estrabismo não é corrigido com óculos, é indicada a cirurgia. De acordo com a Portaria nº1.340 de 29 de junho de 2012, procedimentos de correção cirúrgica são realizados pelo Sistema Único de Saúde, desde que encaminhadas por médicos oftalmologistas.

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Projeto Olhar Brasil

Projeto Olhar Brasil foi elaborado de forma conjunta pelo Ministério da Saúde e pelo Ministério da Educação em 2008, com o objetivo de trabalhar na identificação e na correção de problemas de visão em alunos matriculados na rede pública de ensino da Educação Básica, melhorando assim, o processo de ensino e aprendizagem. O Projeto e sua operacionalização são regulamentados pela Portaria SAS n°1.229 de 30 de outubro de 2012.

Olhar Brasil prioriza inicialmente o atendimento ao ensino fundamental, em crianças cadastradas na rede pública e na população com idade igual ou acima de 60 anos que está cadastrada em programas educacionais de Educação de Jovens e Adultos. O intuito é que com o projeto as taxas de evasão decorrentes de dificuldades visuais possam ser reduzidas, melhorando assim, a qualidade de vida dessas pessoas.

Fonte: Blog da Saúde/ Kathlen Amado

Vacina contra catapora é oferecida pelo SUS

Corbis.com

Corbis.com

Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI), passa a oferecer a partir deste mês de setembro, em toda a rede pública de saúde, a vacina varicela (catapora) incluída na tetra viral, que também protegerá contra sarampo, caxumba e rubéola. A nova vacina vai compor o Calendário Nacional de Vacinação e será ofertada exclusivamente para crianças de 15 meses de idade que já tenham recebido a primeira dose da vacina tríplice viral. Com a inclusão da vacina, o Ministério da Saúde estima uma redução de 80% das hospitalizações por varicela (catapora).

“Com apenas uma injeção o Brasil vai poder proteger suas crianças contra quatro tipos de doenças. Hoje, temos dados que mostram que quase nove mil pessoas são internadas por ano pela varicela e temos mais de 100 óbitos. Além disso, facilita o trabalho dos profissionais e traz economia, pois usa-se apenas uma agulha, uma seringa, um único local de conservação”, declarou o ministro Alexandre Padilha.

Com a tetra viral, o SUS passa a ofertar 25 vacinas, 13 delas já disponibilizadas no Calendário Nacional Vacinação. Foram investidos R$ 127,3 milhões para a compra de 4,5 milhões de doses por ano que já foram enviadas para os estados. A população deve se informar no posto de saúde mais próximo para saber se a vacina tetra viral já está disponível. Isso porque alguns municípios ainda estão adequando a rotina à nova vacina, por causa da necessidade de capacitação dos profissionais para administração da dose ou pela dificuldade de distribuição para as salas de vacina em locais de difícil acesso. A previsão é que todas as 34 mil salas de vacinação distribuídas no Brasil estarão ofertando as doses até o final do mês.

A vacina tetra viral é segura – tem 97% de eficácia e raramente causa reações alérgicas. Não haverá campanha de vacinação, pois a vacina tetra viral será disponibilizada na rotina dos serviços públicos em substituição à segunda dose da vacina tríplice viral. A vacina evita complicações, casos graves com internação e possível óbito, além da prevenção, controle e eliminação das doenças sarampo, caxumba e rubéola.

Parcerias

A produção nacional da vacina tetra viral é resultado da parceria para transferência de tecnologia entre o laboratório público Bio-Manguinhos e o laboratório privado britânico GlaxoSmithKline (GSK). Nos acordos de transferência de tecnologia, firmados pelo Ministério da Saúde, a produção se dá por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), feito com os laboratórios públicos. Nessa parceria, os laboratórios da rede privada, são responsáveis por produzir o princípio ativo e transferir a tecnologia. Como contrapartida, o governo garante exclusividade na compra do medicamento por cinco anos.

Esta é a sétima parceria entre o laboratório privado GSK e o laboratório público Bio-Manguinhos. Desde 1980, os laboratórios produzem juntos as vacinas poliomielite, Haemophilus influenzae tipo b (Hib) – que causa meningites e outras infecções bacterianas –, tríplice viral, rotavírus, dengue e pneumocócica conjugada, que protege contra a pneumonia e meningite causada por pneumococo.

Ao total, estão em vigor 35 PDPs para a produção de 33 produtos, sendo 28 medicamentos e quatro vacinas. As parcerias envolvem 37 laboratórios, 12 públicos e 22 privados, nacionais e estrangeiros.

Fonte: Aline Reis / Agência Saúde

Portador de doença reumática terá acesso a remédio pela tabela do SUS

O Ministério da Saúde incluiu medicamento para tratamento de doenças reumáticas na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com portaria publicada na edição de hoje (8) do Diário Oficial da União, passa a integrar a lista o naproxeno 250 miligramas e 500 miligramas, por comprimido. O remédio é um anti-inflamatório com ação analgésica e antitérmica.

As doenças reumáticas, ao contrário do senso comum, não apresentam como sintomas apenas dores ósseas ou nas articulações, mas, também, em outros órgãos, como rins, olhos, pulmões e pele. A estimativa é que 30 milhões de brasileiros sofram de doenças reumáticas, dos quais 10% deles de artrite reumatoide.

doencasreumaticasA relação com os todos os procedimentos contemplados no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, estratégia do Ministério da Saúde que prevê acesso a medicamentos no âmbito do SUS, é definida pela Portaria GM/MS Nº 2981. A lista é elaborada a partir da assessoria da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), órgão colegiado de caráter permanente, integrante da estrutura regimental do Ministério da Saúde, responsável pelo processo administrativo para incorporação, exclusão e alteração de tecnologias em saúde pelo SUS.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

Governo vai criar 35 mil vagas para médicos no SUS até 2015

medico64Brasília – Até 2015, serão criadas 35 mil vagas para médicos no Sistema Único de Saúde (SUS), informou hoje (25) o Ministério da Saúde. De acordo com a pasta, os postos serão abertos com investimentos do Ministério da Saúde. O número pode crescer com as verbas na área aplicadas pelos estados e municípios para ampliar a rede de atendimento.

Para preencher as vagas, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que é preciso formar mais médicos no país e também citou a contratação de médicos estrangeiros como alternativa. “O Brasil precisa de mais médicos, e mais médicos especialistas como pediatras, psiquiatras, anestesiologistas”, disse. Em entrevista coletiva, o ministro anunciou a abertura de 12 mil vagas de residência médica até 2017.

O ministro divulgou também um balanço do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), que estimula a ida de médicos para o interior do país e tem, atualmente, 3,5 mil profissionais atuando na atenção básica à saúde. O programa destinou 39% dos profissionais para a periferia das capitais e regiões metropolitanas, 28% para zonas rurais e com índices de pobreza intermediária e elevada, 10% para municípios com mais de 100 mil habitantes e 22% para a periferia de cidades do interior de porte médio.

O Provab terá uma nova chamada para mil enfermeiros e 500 dentistas. No caso dos enfermeiros, a prioridade será para capitais e regiões metropolitanas com população superior a 100 mil habitantes. No caso dos dentistas, a prioridade será as áreas com níveis de pobreza intermediária e elevada e com população na zona rural.

 

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

Acupuntura no SUS ajuda pacientes com dores sem solução e já está até na UTI

Foto: Corbis

Agulhas já são usadas por médicos de várias especialidades, de ortopedistas a psiquiatras. (Foto: Corbis)

As agulhadas usadas para aliviar a dor do motoqueiro ferido no trânsito e internado na UTI também são empregadas para tratar a perna da senhora que já passou por todos os médicos, sem resultados. Eles são exemplos de pacientes que estão entre os 1,2 milhão de atendimentos de acupuntura feitos no Sistema Único de Saúde (SUS) no último ano.

De acordo com um levantamento inédito feito pelo Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura (CMBA), o total de consultas realizadas em 2011 – tabulados por meio do banco de dados do Ministério da Saúde – representa um aumento de 76,4% comparado as 680 mil feitas no ano anterior.

O crescimento do chamado método alternativo gratuito tem a contribuição das mais variadas especialidades médicas, da ortopedia à psiquiatria. De forma pioneira, é utilizado até mesmo em meio ao maquinário das unidades de terapia intensiva (UTI), como conta Fernando Genschow, médico do CMBA e um dos autores da resolução nacional que estabeleceu, em 2006, as diretrizes da introdução da acupuntura no SUS.

“Acupuntura é neurociência. É um método muito versátil porque as agulhas promovem estímulos neurológicos repercutidos em todas as células do corpo”, afirma o especialista, que atua no Hospital do Distrito Federal.

[pullquote align=”right” textalign=”right” width=”30%”]Em um ano, atendimentos pelo sistema público crescem 76%.[/pullquote]

“Por isso, no último ano introduzimos a técnica nas UTIs. Atendemos especialmente as vítimas de acidentes de trânsito, a maioria motociclistas, com múltiplos traumas no corpo.”

Segundo Genschow, são dois objetivos principais que justificam o emprego das agulhas para pacientes que exigem cuidados intensivos: o alívio da dor, indicação que concentra a maior parte das pesquisas científicas sobre acupuntura, e melhora da função respiratória dos acidentados.

“Como o tratamento promove uma reprogramação cerebral isso repercute na melhora da respiração. A necessidade de um respirador artificial é a mais frequente para manter o paciente na UTI. Então, além de melhorar a qualidade de vida, a acupuntura também pode reduzir o tempo de internação. Lá na ponta, isso pode até reduzir os custos hospitalares”, completa o especialista. Leia mais

SUS vai ampliar tratamento a fumantes

Com o objetivo de incentivar a população brasileira a largar o cigarro – que de acordo com estimativas mata cerca de 200 mil pessoas por ano no país -, o Ministério da Saúde (MS) irá ampliar o acesso de usuários do SUS (Sistema Único de Saúde) a tratamentos para parar de fumar, já que o tabagismo é um dos principais fatores de risco para a incidência de infartos, derrames e vários tipos de câncer.

Foto: Freedigitalphotos.net por sippakorn

Foto: Freedigitalphotos.net por sippakorn

A medida foi publicada hoje (08/04/2013) no Diário Oficial da União e, segundo informações da Pasta, irá ampliar em até dez vezes o número de unidades de saúde do SUS que fornecem tratamento aos fumantes. Atualmente, há 3 mil centros de saúde que oferecem tratamento psicológico e medicamentoso e programas educativos, terapêuticos e preventivos a quem deseja parar de fumar. Pelas novas regras, a habilitação de serviços ocorrerá por meio do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade (PMAQ), do MS, que já atinge 30 mil unidades em 5,1 mil municípios do país. Dessa maneira, todas as unidades poderão optar por oferecer o serviço.

Segundo o ministério, até o momento, cerca de 5 mil municípios manifestaram interesse em oferecer o tratamento. Os gestores municipais devem inscrever a cidade interessada em receber o programa durante o mês de abril.

A pesquisa Vigitel 2011, do MS, demonstra que 14,8% dos brasileiros acima de 18 anos fumam. Já a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD 2008) apontou que 14,7% dos fumantes – cerca de 2,3 milhões de pessoas – desejam parar de fumar nos próximos 12 meses. Com isso, a meta do governo é reduzir de 15% para 9% a taxa de fumantes na população adulta até 2022.

Para se ter uma ideia, o MS gasta em média cerca de R$12 milhões anuais no tratamento de fumantes, entretanto, a projeção da Pasta é que esse valor chegue a R$60 milhões conforme transcorra a adesão das unidades de saúde. No ano anterior, aproximadamente 175 mil pacientes foram tratados por meio do programa em 1.159 municípios.

Outra iniciativa prevista na portaria é a capacitação de profissionais em cada unidade, que atenderão quem quer largar o tabaco. A capacitação não abordará somente o tratamento medicamentoso; incluirá também abordagem comportamental qualificada para incentivar o fumante a prosseguir com o tratamento até o final.

Fonte: Site de Dr. Dráuzio Varela

Governo acelera inclusão de drogas no SUS

No último ano, o governo federal acelerou o ritmo das análises feitas para incorporar à rede pública novos remédios e procedimentos.

É o que indica um balanço feito pelo Ministério da Saúde a pedido da Folha sobre o primeiro ano de funcionamento da Conitec, comissão do ministério que avalia os pedidos de incorporação feitos pelo próprio governo, por empresas e entidades.

Em 2012, a comissão analisou 135 pedidos e aprovou 29 tecnologias –entre elas a vacina contra hepatite A.

Outros 61 pedidos de inclusão foram negados e 45 ainda estão em avaliação.

Infográfico: Folhapress

Estrutura que antecedeu a Conitec, a Citec avaliou 174 pedidos e incorporou 81 itens entre 2006 e 2011. O levantamento abarca as tecnologias mais relevantes, já que nem toda incorporação tinha que passar pela antiga Citec.

Ou seja, o estudo aponta para um aumento de quase quatro vezes no número de análises feitas em 2012 –conclusão reforçada por estudos feitos pela indústria de medicamentos no país aos quais a reportagem teve acesso.

Para o ministro Alexandre Padilha (Saúde), esse crescimento demonstra que foi correta a ideia de organizar os fluxos e criar prazos para a avaliação. “E não se confirmou a preocupação de alguns usuários de que a Conitec ia retardar a incorporação.

Fonte: Folha