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Anvisa proíbe venda de milho para pipoca por conter alto nível de substância cancerígena

 

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milho_pipocaRIO — A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distribuição e venda do Lote 123 do milho de pipoca Pipoca Nacional, da marca Brasileira. A medida foi determinada após a constatação de que o produto apresenta níveis de aflatoxinas acima do máximo permitido pela Anvisa. A aflatoxina é uma substância produzida por um fungo que, em grandes concentrações, pode ter efeito cancerígeno, de acordo com a agência. Agora, a empresa terá de encaminhar um relatório à Anvisa informando sobre o recolhimento dos produtos que estiverem no mercado e a quantidade.

A determinação está em resolução da Anvisa publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União.

O lote suspenso tem data de fabricação de 1°de abril de 2013 e vencimento em 1° de março de 2014. O teor de aflatoxinas, superior ao limite máximo permitido, foi constatado em laudo emitido pelo Instituto Octávio Magalhães, da Fundação Ezequiel Dias, de Minas Gerais.

Fonte: http://www.portaldoconsumidor.gov.br [/warning]

Senado aprova proibição de comida gordurosa e refrigerante em escola

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Cantina que não seguir norma perderá licença

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou por unanimidade nesta quarta-feira (21) projeto que proíbe a venda em escolas públicas e privadas de bebidas com baixo valor nutricional, como o refrigerante, e de alimentos com alto teor de gordura e sódio, como os salgados. O projeto foi aprovado em turno suplementar – segunda análise do texto em caso de alterações.

Caso não haja recurso para que o projeto seja apreciado no plenário, a proposta segue para a Câmara dos Deputados.

A proposta deixa pendente de regulamentação a definição das bebidas e alimentos que devem ser banidos. O projeto também altera o Estatuto da Criança e do Adolescente de modo a determinar que o Sistema Único de Saúde (SUS) desenvolva ações de educação nutricional, de promoção de alimentação saudável e de prevenção e controle de distúrbios nutricionais em crianças e adolescentes.

O projeto, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), tem como objetivo reduzir os índices de obesidade infantil e se baseia em iniciativas já tomadas por estados e municípios. Pelo texto, as cantinas que venderem os produtos não recomendados devem ter o licenciamento vedado ou o alvará não renovado.

“O presente projeto de lei propõe uma abordagem legislativa múltipla que conflui para uma única direção: levar as escolas a oferecerem produtos mais saudáveis e as crianças a recriarem seus hábitos alimentares e influenciarem positivamente os pais em casa”, diz Paulo Paim no texto de justificativa do projeto.

O texto determina o prazo de seis meses para que a lei entre em vigor, contados do prazo de sua publicação. A norma só pode ser publicada após a sanção presidencial, que ocorre depois de o projeto terminar de tramitar no Congresso Nacional.

O texto está em tramitação há seis anos no Senado, período em que foram sugeridas diversas emendas ao texto. Entre as sugestões rejeitadas pela relatora, senadora Angela Portela (PT-RR), estão as que excluem do cardápio das cantinas alimentos com carne e laticínios. Também foram retiradas emendas que incluíam a norma para escolas de educação de jovens e adultos.

 
Fonte:G1

Pediatras querem a proibição do uso de andadores. Inmetro considera marcas inseguras

Há anos eles são aliados de muitos pais e mães no crescimento dos bebês. Mas, na opinião dos médicos, são, na verdade, grandes vilões. Os andadores para crianças são repudiados de forma veemente por pediatras por causarem prejuízos para a saúde dos pequenos. Para piorar, testes de qualidade realizados pelo Inmetro reprovaram todas as marcas fabricantes do produto no Brasil.

– O andador foi criado no século 14 como uma forma de encorajamento da postura vertical, mas no século 20 ele virou um “cuidador” de criança – explica o pediatra Rui Locatelli Wolf, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que tem uma campanha pela proibição do uso do produto no país.

Wolf fez uma denúncia ao Ministério Público do Rio Grande do Sul contra o uso do objeto, após a morte de uma criança por traumatismo craniano, em Passo Fundo (RS), em 2009. Por conta disso, escolas, creches e hospitais da região foram proibidos de usar esses aparelhos.

Nos testes do Inmetro, os andadores foram submetidos a exames de aberturas, que podem prender os dedos das crianças, comprimento de cordões, resistência do assento – algumas marcas chegaram a arrebentar -, impacto e queda em escadas.

Para Wolf, entretanto, há ainda mais motivos para a precaução com o uso do objeto. Além da insegurança, há pesquisas, segundo ele, que revelam também prejuízo ao desenvolvimento dos bebês.

Utilizado muitas vezes para incentivar a criança a andar e ter independência, o médico explica que há uma maneira caseira muito melhor para desenvolver a postura vertical e ajudar nos primeiros passos:

– Os pais devem colocar a criança de 2 a 3 minutos por dia de bruços no berço, chamando sua atenção para que provoque movimentos.

A Associação Brasileira de Produtos Infantis (Abrapur) foi procurada pelo EXTRA para comentar o assunto mas nenhum responsável foi encontrado e o e-mail não foi respondido até o fechamento desta matéria.

andadorFonte: Portal do Consumidor

Anvisa proíbe venda de chá e emagrecedores

Corbis.com

Corbis.com

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distribuição e venda do chá misto solúvel Funchinane, por conter substâncias não permitidas para chás.

A decisão foi divulgada no Diário Oficial da União.

Produzido pela empresa Naturelife, o chá contém maltodextrina (carboidrato que aumenta energia muscular), sucralose (adoçante) e dióxido de silício – todas substâncias proibidas para chás.

A comercialização dos emagrecedores Bio Waist Spirulina em cápsula e Bio Waist – Quitosana e Spirulina em cápsulas da empresa La Mata Laboratório Botânico também está proibida em todo o país. Os produtos não têm registro, segundo a agência reguladora.

As medidas valem em todo o território nacional.

 

Fonte: http://www.portaldoconsumidor.gov.br

Conselho Federal de Medicina proíbe reposição hormonal antienvelhecimento

O CFM (Conselho Federal de Medicina) proibiu o uso de terapias hormonais que supostamente retardariam ou preveniriam o processo de envelhecimento. Segundo o conselho, não há evidências científicas que provem os benefícios do uso de testosterona, progesterona e corticoides com esse objetivo.

A polêmica em torno dessa terapia já havia sido levantada em agosto de 2012, mas só agora a proibição foi publicada no Diário Oficial da União. No documento, o órgão enfatiza que “em estudos clínicos randomizados de boa qualidade metodológica, nenhuma vitamina, antioxidante, reposição hormonal ou qualquer outra substancia demostrou ser capaz de prevenir, retardar ou reverter o processo de envelhecimento”.

O CFM ainda lembra que é preciso ter cautela com quaisquer informações diferentes daquelas fornecidas por estudos, como no caso da reposição hormonal. O documento oficial cita que “determinados tratamentos podem ser danosos tanto do ponto de vista econômico como da saúde coletiva e individual”. Sem contar que os idosos são mais suscetíveis aos efeitos adversos dos medicamentos.

Em nota, a SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia) informou que a proibição vai proteger a população de danos à saúde que vão desde o aumento da toxicidade no organismo até os casos de câncer.

Na resolução, o CFM apóia e permite a reposição hormonal e de outros elementos essenciais em caso de deficiência específica comprovada, já que a terapia têm evidências de benefícios cientificamente comprovados nesses casos.

Os médicos que descumprirem as regras podem sofrer penalidades que vão desde advertência até cassação do registro.

Fonte: Site Dr. Dráuzio Varella

Anvisa suspende produtos injetáveis à base de chá verde

Agência também proibiu comercialização de outros produtos feitos com extratos vegetais que prometem o emagrecimento

Chá verde: Anvisa proibe produtos injetáveis feitos à base do chá para o emagrecimento (Foto: Corbis.com)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, a divulgação e o uso de medicamentos injetáveis à base de chá verde e de outros extratos vegetais que são vendidos com finalidade estética para o emagrecimento. A decisão foi publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União (DOU) e entra em vigor nesta mesma data.

Segundo a agência, não há estudos que comprovem que esse tipo de produto é seguro e eficaz no que promete — ou seja, a redução de peso e “o combate às gorduras localizadas”, como divulgaram algumas propagandas dos produtos na internet. Por isso, o órgão suspendeu “fabricação, manipulação, distribuição, comércio, divulgação, administração e uso de quaisquer medicamentos de administração parenteral à base de extratos vegetais isolados ou em associação com outras substâncias vegetais ou sintéticas.”

Fonte: Veja Online