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MS aposta nos jovens para prevenir violência e uso de álcool/drogas

Adolescentes e jovens de 10 a 29 anos de idade serão os beneficiários diretos de projetos que serão selecionados pelo Vivajovem.com. O objetivo da iniciativa, lançada por meio de edital de seleção pelo Ministério da Saúde, é de incentivar ações de intervenção e formação de adolescentes e jovens promotores de saúde. A ênfase está na prevenção de violências e prevenção/redução de danos no uso de álcool e drogas.

Podem participar da seleção entidades estudantis e instituições privadas sem fins lucrativos que tenham comprovada a experiência de, pelo menos, três anos em atividades referentes ao Vivajovem.com. Cada proponente poderá apresentar apenas um projeto que, se aprovado, terá o prazo de execução entre 12 e 24 meses.

O Edital de Chamamento Público nº 12/2012 ficará disponível no portal do Fundo Nacional de Saúde (www.fns.saude.gov.br); do Ministério da Saúde (www.saude.gov.br) e do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (www.unodc.org.br). As dúvidas em relação ao edital devem ser encaminhadas à Área Técnica de Saúde de Adolescentes Jovens pelo e-mail maisjuventude@saude.gov.br ou pelos telefones (61) 3315 9129 / 3315 9128.

PROJETO

O Vivajovem.com é uma iniciativa do Ministério da Saúde e do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) que conta, ainda, com a parceria da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SCDC/MinC). Tem por objetivo apoiar e qualificar projetos de intervenção e capacitação voltados à juventude para formar multiplicadores que promovam a interação com a comunidade e com as escolas, criando mecanismos de integração de adolescentes e jovens com os serviços de saúde e outras políticas públicas.

O Ministério da Saúde e parceiros, por meio do Vivajovem.com, pretendem formar uma rede virtual entre os proponentes e os jovens beneficiados pelos projetos, para o intercâmbio de experiências e conhecimentos, e para a divulgação de boas práticas de promoção da saúde de adolescentes e jovens.

Fonte: MS

Exame ginecológico regular leva a 92% de chances de cura de câncer

Estudo sueco confirmou importância do papanicolau
Entre as que morreram pelo tumor, três quartos não faziam o exame

Exames ginecológicos regulares levam as chances de se sobreviver ao câncer de colo de útero a 92%, indica uma pesquisa de uma das principais revistas médicas do mundo, a “British Medical Journal”. O estudo é o primeiro a avaliar as chances de sobrevivência desse tumor.

Médicos recomendam que todas as mulheres sexualmente ativas façam o exame de papanicolau pelo menos uma vez ao ano. Nele, uma pequena amostra do colo do útero é retirada e levada para análise. Ele é capaz de detectar o câncer na região já em seus primeiros estágios, antes do aparecimento de sintomas.

Os cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, acompanharam 1.230 mulheres diagnosticadas com esse tipo de tumor entre 1999 e 2001.

As mulheres que faziam exames regularmente tiveram um índice de cura de 92%. Entre as que foram diagnosticadas apenas após o surgimento dos primeiros sintomas, 66% foram curadas.

Das 373 mulheres que morreram por causa do câncer, três quartos não faziam o Papanicolau regularmente.

Cuidados e prevenção na alimentação

Alimentação saudável

Ter uma boa alimentação é sinônimo de vida saudável. Por meio da Política Nacional de Alimentação e Nutrição, o governo incentiva a população a ter bons hábitos e conscientiza sobre os riscos de doenças causadas pela ingestão prolongada de alguns tipos de produtos.

Muitos componentes da alimentação dos brasileiros são associados ao desenvolvimento de doenças, como o câncer, problemas cardíacos, obesidade e outras enfermidades crônicas, como o diabetes. Por isso, alimentos ricos em gorduras, como carnes vermelhas, frituras, molhos com maionese, leite integral e derivados, bacon, presuntos, salsichas, linguiças, mortadelas, entre outros, devem ser ingeridos com moderação.

O tipo de preparo do alimento também influencia no risco de doenças. Ao fritar, grelhar ou preparar carnes na brasa a temperaturas muito elevadas, por exemplo, podem ser criados compostos que aumentam o risco de câncer de estômago. Por isso, métodos de cozimento que usam baixas temperaturas são escolhas mais saudáveis, como vapor, fervura, ensopados, guisados, cozidos ou assados.

Alimentar-se de maneira correta significa prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida. Leia mais

Hepatites

Grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, a hepatite é a inflamação do fígado. Pode ser causada por vírus, uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. São doenças silenciosas que nem sempre apresentam sintomas, mas quando aparecem podem ser cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C. Existem, ainda, os vírus D e E, esse último mais frequente na África e na Ásia. Milhões de pessoas no Brasil são portadoras dos vírus B ou C e não sabem. Elas correm o risco de as doenças evoluírem (tornarem-se crônicas) e causarem danos mais graves ao fígado como cirrose e câncer. Por isso, é importante ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam a hepatite.

A evolução das hepatites varia conforme o tipo de vírus. Os vírus A e E apresentam apenas formas agudas de hepatite (não possuindo potencial para formas crônicas). Isto quer dizer que, após uma hepatite A ou E, o indivíduo pode se recuperar completamente, eliminando o vírus de seu organismo. Por outro lado, as hepatites causadas pelos vírus B, C e D podem apresentar tanto formas agudas, quanto crônicas de infecção, quando a doença persiste no organismo por mais de seis meses.

As hepatites virais são doenças de notificação compulsória, ou seja, cada ocorrência deve ser notificada por um profissional de saúde. Esse registro é importante para mapear os casos de hepatites no país e ajuda a traçar diretrizes de políticas públicas no setor. Leia mais