Diabetes aumenta risco de problemas bucais

Mais do que garantir um sorriso bonito, cuidar da boca significa estar em dia com a saúde do corpo. No caso de portadores de diabetes, estes cuidados devem ser redobrados. Isso porque estes pacientes são mais suscetíveis à gengivite e periodontite. E o contrário também é verdadeiro: a presença desta ou de qualquer outra infecção piora o controle da glicemia.

A periodontista Rosileine Uliana, da ABAH (Associação Brasileira de Halitose), avisa que o diabético descompensado tem três vezes mais chances de apresentar doença periodontal.

— A gengivite é uma das causas do mau hálito e, se não tratada adequadamente, pode dificultar o controle e cura do quadro.

Outros problemas comuns na boca de quem tem diabetes são a xerostomia (diminuição da produção de saliva) e a dificuldade de cicatrização. A explicação de Rosileine é simples.

— A saliva age como um detergente bucal e sua falta aumenta a incidência de cárie, por isso mais uma vez reforço a importância da boa higiene bucal.

A dentista Silvia Nunez, da clínica Avelar, orienta procurar o dentista a cada seis meses e ensina as principais maneiras de prevenir as doenças bucais.

— É fundamental escovar os dentes após as refeições, com mais cuidado especialmente à noite, passar o fio dental e sempre se lembrar de escovar a língua. Além disso, a troca da escova de dente a cada três meses também é uma recomendação muito importante.

 Fonte: R7 Notícias

Estrabismo não tratado pode causar perda irreversível da visão

Tratamento com o uso do tampão deve ser feito até os 8 anos de idade. Se não for usado do jeito correto, a criança pode perder a visão em um olho. Saber identificar os sinais anormais na visão pode ajudar a diagnosticar problemas como o estrabismo, o ceratocone e o astigmatismo.
 

É importante acompanhar a saúde dos olhos para evitar complicações mais graves, como a cegueira. No caso do estrabismo, por exemplo, se não for tratado, pode causar perda irreversível da visão no olho estrábico. Por isso, é importante diagnosticar e tratar o quanto antes.

Para enxergar bem, os olhos devem estar orientados para o mesmo ponto de fixação. Dessa maneira, o cérebro junta essas imagens captadas pelos dois olhos e as interpretam como uma só. No caso do estrábico que enxerga com menor senso de profundidade, o cérebro só interpreta uma imagem porque “ignora” a imagem recebida pelo olho com problema. Por isso, é importante estimular esse olho usando o tampão no olho sem desvio.

O estrabismo pode aparecer por herança genética já no nascimento ou nos primeiros anos de vida. Um dos sinais que pode ajudar a identificar o estrabismo é se a pessoa não conseguir assistir aos filmes em 3D, como mostrou a pediatra Ana Escobar.

Os médicos indicam o uso do tampão no olho sadio durante a infância para estimular o olho estrábico. Mas existe um período de tempo para esse aprendizado funcionar, que vai dos primeiros meses de vida até os oito anos de idade. Após esse tempo, se o olho estrábico não tiver sido estimulado da maneira correta e recomendada pelo médico, a criança pode ficar cega de um dos olhos.

O tratamento bem feito com o tampão pode não colocar o olho de volta ao lugar, mas desenvolve a visão. Nesse contexto, o paciente pode fazer a cirurgia, mas apenas por questões estéticas. Em alguns casos, o problema é corrigido com o uso dos óculos e o olho se esforça para desviar e corrigir o grau. Mas, quando a pessoa tira os óculos, volta a ficar estrábica. Leia mais

Equipes PMAQ com mudanças CNES / área para preenchimento do módulo IV

Foi criado uma funcionalidade no sistema do PMAQ que possibilita que o gestor altere o CNES e/ou área das equipes PMAQ para as equipes que não estão sendo visualizadas no sistema para preenchimento do Módulo IV, por mudanças no CNES e/ou área.

[warning]A alteração só será possível para as equipes que não aparecem no sistema em razão da modificação no CNES e/ou Área, com isso será possível inserir as informações do questionário- Módulo IV.[/warning]

O sistema estará aberto até 31/08/2012.

É importante que as informações solicitadas no sistema sejam inseridas o mais breve possibilitando o cálculo do desempenho das equipes participantes.
Dúvidas mantenham contato com Priscila Mara do Apoio Institucional Descentralizado Paraíba.

De olho nos olhos

Você sabia que fazer esportes ao ar livre aumenta o risco de infecção e alergia?

Fazer esporte ao ar livre aumenta o risco de infecção e alergia, pois é fácil que um agente externo entre no olho. Use óculos de sol para os treinos outdoor. Eles devem ser específicos para esporte e ter proteção UV.

Cuidado com as mãos sujas

Elas são a principal fonte de contaminação dos olhos, podendo provocar infecções por fungos e bactérias. Lave-as frequentemente, especialmente se você as tiver encostado em algum animal ou planta.

Animais de estimação

Não deixe que eles durmam na sua cama ou no seu quarto. O pelo do seu amigão contém bactérias que podem prejudicar seus olhos.

Iluminação

Busque sempre uma iluminação adequada. Tanto a insuficiente quanto a excessiva são ruins para a vista.

Lentes de contato

Se você faz uso delas, está mais propenso a ter infecções. Não as manipule com as mãos sujas e mantenha uma boa higiene.

Computadores

Ficar muitas horas em frente ao PC leva os olhos a ficarem irritados e secos, e a vista fica cansada. Por isso, faça descansos frequentes e use um filtro para o monitor ou óculos com filtro especial.

 

Fonte: Sportlife

Presidente do COSEMS-PB participa da mesa de Abertura do Curso de Especialização do Sírio Libanês

Foi dado início a aula inaugural, no dia 22 de Agosto, para o curso de Especialização do Sírio Libanês. Essa especialização é um Projeto de Gestão da Clínica no SUS, como estratégia para o fortalecimento e consolidação do Sistema Único de Saúde, considerando as diretrizes priorizadas pelo Ministério da Saúde. O Projeto Gestão da Clínica no SUS integra o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS) e contempla três cursos de especialização: Educação na Saúde para Preceptores do SUS, Regulação em Saúde e Gestão das Clínicas nas Regiões de Saúde.

São cursos oferecidos na modalidade semipresencial, no período de 2012 a 2013 com carga horária de 360 horas. O público alvo de cada curso consistir em por 48 profissionais de saúde com formação universitária, vinculados a uma região de Saúde. Segue os municípios contemplados: João Pessoa, Bayeux, Cabedelo, Caaporã, Conde, Mamanguape, Santa Rita, Cuité de Mamanguape, Pitimbu e Curral de cima além dos técnicos da Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba.

A presidente do Cosems na Paraíba ressaltou em sua fala, o apoio primordial da tripartite para execução dos programas e destaca que a capacidade de avançar com uma equipe de qualidade faz toda a diferença. Assim, visando uma capacitação que promova o desenvolvimento profissional, que articule conhecimentos, habilidades e atitudes/valores e sua aplicação na solução de problemas do Sistema Único de Saúde.

Essa é uma parceria entre Hospital Sírio Libanês, CONASS, CONASEMS e Ministério da Saúde.

Cuidados e prevenção na alimentação

Alimentação saudável

Ter uma boa alimentação é sinônimo de vida saudável. Por meio da Política Nacional de Alimentação e Nutrição, o governo incentiva a população a ter bons hábitos e conscientiza sobre os riscos de doenças causadas pela ingestão prolongada de alguns tipos de produtos.

Muitos componentes da alimentação dos brasileiros são associados ao desenvolvimento de doenças, como o câncer, problemas cardíacos, obesidade e outras enfermidades crônicas, como o diabetes. Por isso, alimentos ricos em gorduras, como carnes vermelhas, frituras, molhos com maionese, leite integral e derivados, bacon, presuntos, salsichas, linguiças, mortadelas, entre outros, devem ser ingeridos com moderação.

O tipo de preparo do alimento também influencia no risco de doenças. Ao fritar, grelhar ou preparar carnes na brasa a temperaturas muito elevadas, por exemplo, podem ser criados compostos que aumentam o risco de câncer de estômago. Por isso, métodos de cozimento que usam baixas temperaturas são escolhas mais saudáveis, como vapor, fervura, ensopados, guisados, cozidos ou assados.

Alimentar-se de maneira correta significa prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida. Leia mais

Assessoria Jurídica

A Diretoria Executiva do COSEMS-PB informa a todos os Secretários Municipais de Saúde da PB, que está à disposição de todos, uma consultora jurídica recém contratada pelo COSEMS-PB, a Dra. Joselisses A. Ferreira, para tirar dúvidas em questões jurídicas relacionadas às Secretarias Municipais de Saúde.

A consultoria se dará de forma presencial às segundas-feira no horário das 08h às 12h na sala do COSEMS ou através do email cosemspb.juridico@gmail.com

Doenças cardiovasculares variam com tipo de sangue

A maioria das pessoas já está ciente de que a hipertensão arterial, o tabagismo, a obesidade, o diabetes e o colesterol elevado são fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Agora, podemos acrescentar mais um à lista: o tipo de sangue. Felizmente, a maior parte da população se enquadra na categoria de baixo risco nesse sentido.

Publicado em 14 de agosto, na revista Arteriosclerose, Trombose e Biologia Vascular, um estudo, realizado pelo Dr. Qi Lu e sua equipe da Escola de Saúde Pública de Harvard, analisou dados sobre mais de 77 mil indivíduos com idades entre 30 e 75 anos. Os participantes foram acompanhados por mais de 20 anos para verificar se havia uma correlação entre o tipo sanguíneo e as doenças cardíacas.

Os cientistas descobriram que pessoas com tipo sanguíneo AB apresentavam risco maior de desenvolver doenças cardíacas em cerca de 23% em comparação com o grupo de menor risco, ou seja, do tipo O. Já aquelas com sangue tipo B apresentavam um risco aumentado em 11% e as do tipo A, tiveram aumento de 5%. Não houve variação de risco para os subtipos de Rh positivo ou negativo. Leia mais

Aberta a segunda vigência de 2012 para acompanhamento das condicionalidades de saúde do Programa Bolsa Família

Está aberta a segunda vigência de 2012 para acompanhamento das condicionalidades de saúde do Programa Bolsa Família. Para esta vigência, a saúde deverá acompanhar 11.428.073 famílias com perfil saúde. Na primeira vigência de 2012, cerca de 7,5 milhões de famílias beneficiárias (73%) com crianças menores de 7 anos e/ou mulheres de 14 a 44 anos foram acompanhadas. Este número representa a maior cobertura de acompanhamento desde o início do Programa.

Assim, a relação das famílias beneficiárias para acompanhamento na segunda vigência de 2012 pela saúde está disponível no Sistema de Gestão do Programa Bolsa Família na Saúde (http://bolsafamilia.datasus.gov.br).

Para a segunda vigência de 2012, foram feitas alterações no sistema com intuito de possibilitar a identificação de beneficiárias gestantes, independente da faixa etária, visando a concessão do Benefício Variável à Gestante – BVG. Acesse o documento que traz essas alterações clicando aqui.

Incentive as Equipes de Saúde de seu município a acompanharem com antecedência as famílias beneficiárias com perfil saúde e realizarem a captação das gestantes beneficiárias o mais breve possível. O acompanhamento das condicionalidades de saúde dessa população, caracterizada em situação de vulnerabilidade social, garante o exercício de seu direito à saúde e contribui para a melhoria das condições de vida das famílias beneficiárias.

Saúde usará R$ 31 milhões para incentivar denúncias de violência contra mulheres

O Ministério da Saúde vai destinar R$ 31 milhões às secretarias estaduais e municipais de todo o país na tentativa de incentivar a notificação de casos de violência contra mulheres e promover ações de vigilância e prevenção.

Dados do Sistema de Informações de Agravos de Notificação indicam que, no ano passado, 37.717 mulheres, entre 20 e 59 anos, foram vítimas de algum tipo de violência no Brasil. O número representa aumento de 38,7% em relação ao ano anterior, quando foram registrados 27.176 casos. Em 2010, entretanto, a notificação não era obrigatória.

De acordo com o levantamento, a agressão física chega a representar 78,2% dos casos de violência sofridas por mulheres nessa faixa etária, seguida pela violência psicológica (32,2%) e pela violência sexual (7,5%). Em 38,4% dos casos, não era a primeira vez que a agressão acontecia. Ao todo, 5.496 mulheres foram internadas em 2011 em decorrência de violência.

Ainda segundo o ministério, a maioria das agressões sofridas por mulheres acontece dentro da própria residência (60,4%). Os homens com os quais elas se relacionam ou se relacionaram respondem por 41,2% dos casos, enquanto amigos e conhecidos representam 8,1% e desconhecidos, 9,2%.

Nas ocorrências que envolvem agressões sexuais, 51% dos principais agressores são desconhecidos; 13,5% são os próprios cônjuges e 13,4%, amigos ou conhecidos.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br