Conselho Nacional dos Direitos do Idoso elege novos representantes

Foram eleitas nesta quarta-feira, em Brasília, 13, das 14 entidades da sociedade civil que integrarão o Conselho Nacional dos Direitos do Idoso na gestão 2012-2014. A eleição foi realizada nesta tarde, na sede da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR).

As entidades eleitas são: Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (CONTAG); Conselho Federal de Serviço Social (CFESS); Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB); Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (COBAP); Associação Nacional de Gerontologia (ANG); Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG); Serviço Social do Comércio (SESC); Associação Nacional dos Defensores Públicos (ANADEP); Associação Nacional dos Membros do Ministério Público de Defesa dos Idosos e Pessoa com Deficiência (AMPID); Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAZ); Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (MORHAN); e Pastoral da Pessoa Idosa/CNBB (PPI).

A assembleia foi dirigida pela presidente da Comissão de Eleição do CNDI, Ediene Pereira Dias, e pela coordenadora-geral do CNDI, Ana Lúcia da Silva. A presidente do Conselho, Karla Cristina Giacomin, proferiu a cerimônia de abertura do evento. A ação das entidades será voltada as seguintes áreas: Organização de trabalhadores urbano e rural; Órgão fiscalizador do exercício profissional; Organização de aposentados; Organização da comunidade científica; Organizações de educação, ou lazer, ou cultura, ou esporte ou turismo; Organização de defesa de direitos; e Organizações de atendimento à pessoa idosa.

Será publicado um novo edital de convocação para o preenchimento da última vaga do conselho, do segmento organização de empregadores urbano e rural, tendo em vista a ausência de inscrição neste quesito.

Concorreram também as eleições o Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical (SINDINAP); Conselho Federal de Educação Física (CONFEF); Sindicato Nacional dos Trabalhadores Aposentados e Pensionistas e Idosos (SINTAPI).

Fonte: ASSCOM da Secretaria de Direitos Humanos

Homenagem do COSEMS-PB a todos os Agentes Comunitários de Saúde

O Dia Nacional do Agente Comunitário de Saúde,instituido pela lei Federal 11.585/07 é comemorado em 04 de outubro.

Eles atuam diretamente na vida e na saúde das crianças, idosos, homens e mulheres de um Estado que promove a qualificação e ampliação da Atenção Básica.

O trabalho efetivo dos Agentes Comunitários de Saúde junto a habitantes de territórios definidos,tanto nas cidades como na área rural e em aldeias indígenas deve ser sempre merecedor de nossa homenagem.Por meio de suas visitas,levando atenção,promoção,prevenção e cuidados a saúde,o Agente Comunitário de Saúde torna-se também protagonista na busca da redução da lotação nas emergência e leitos hospitalares.

Parabéns a essa categoria!!!!!

Brasileiros estão conseguindo melhorar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional

Os brasileiros estão gostando mais de suas funções no trabalho e a maioria acredita ter tempo suficiente para cuidar de seus assuntos pessoais. Um recente estudo encomendado pela Regus, empresa fornecedora de espaço de trabalho flexível, mostrou que o índice de equilíbrio entre vida pessoal e profissional do Brasil atingiu 151 pontos, enquanto a média global marcou 124. O indicador é de base 100, e varia de zero a 200 pontos. Quanto mais alta for a pontuação de um país, melhor é o desempenho de suas empresas no quesito promoção de qualidade de vida dos funcionários. Em 2010, o Brasil teve 106 pontos.

Foto: Corbis.com

O índice atual do Brasil (151 pontos) pode ser traduzido da seguinte forma: 81% dos profissionais entrevistados gostam do seu trabalho e 51% estão satisfeitos com a quantidade de tempo disponível para ficar em casa ou para cuidar de assuntos pessoais. Pela pesquisa, também foi possível constatar que 59% dos profissionais afirmam que suas empresas demonstraram esforço para diminuir o tempo em que o funcionário leva de casa para trabalho, reforçando a tese de que uma das maiores causas de estresse no trabalho é o tempo de deslocamento do trabalhador para a empresa, e colocando em alta, mais uma vez, temas como flexibilidade de horário.

Com base nesse estudo global – que só no Brasil ouviu 419 pessoas – a Regus elaborou o ranking dos países onde as empresas mais avançam na promoção de qualidade de vida (equilíbrio entre trabalho e assuntos pessoais) para seus colaboradores. Confira a lista e a pontuação do índice de equilíbrio entre vida pessoal e profissional:

 

Países Pontuação
México 153
Brasil 151
China 145
Índia 139
África do Sul 135
Austrália 129
Estados Unidos 123
Holanda 120
Canadá 113
França 109
Japão 105
Bélgica 104
Reino Unido 104
Alemanha 95

 

Fonte: Você S/A

Adolescentes que dormem pouco podem ter diabetes

Sono ajuda a diminuir os níveis de resistência à insulina e reduz as chances de desenvolver a doença

 

RIO – Adolescentes que ficam até tarde jogando videogames podem  aumentar a probabilidade de desenvolver diabetes, segundo pesquisa da Universidade de Pittsburgh. Isto porque o sono ajuda a diminuir os níveis de resistência à insulina e reduz as chances de desenvolver a doença.

— Altos níveis de resistência à insulina podem levar ao desenvolvimento de diabetes. Descobrimos que se os adolescentes que geralmente dormem seis horas por noite tiverem mais uma hora de sono, a resistência à insulina pode aumentar em 9% — diz a autora do estudo, Karen Matthews, do departamento de psiquiatria da Universidade de Pittsburgh.

O estudo, publicado este mês no jornal “Sleep”, monitorou os padrões de sono e a resistência à insulina de 245 adolescentes saudáveis. Os resultados mostraram que a maior resistência à insulina estava associada à  menor duração de sono, sendo indiferentes outros fatores como raça, idade, sexo, circunferência abdominal e índice de massa corporal.

Fonte: CONASS

Saúde das Crianças

Outubro é o mês das crianças, então nada melhor do que pensar e cuidar da saúde dos pequenos. Afinal estudos mostram que doenças da vida adulta como obesidade, câncer, osteoporose, doenças do coração e diabetes normalmente resultam de escolhas alimentares erradas na infância.

Pelo menos 30% das crianças estão com sobrepeso, a taxa de obesidade infantil dobrou nos últimos anos e estima-se que uma a cada três crianças acima do peso irá desenvolver diabetes.

As necessidades nutricionais das crianças são altas, e o tipo de alimentação adotado nesta fase é muito importante para a saúde durante a vida. Pesquisas mostram que o hábito alimentar da infância nos indica o padrão de consumo do individuo na idade adulta e que a dieta dos pais influencia os hábitos alimentares dos filhos. Então a dieta da família deve ser saudável e variada.

É sabido que tanto o corpo como o cérebro em crescimento necessitam de nutrientes para seu melhor desenvolvimento. O desenvolvimento da criança pode ser comprometido pelo consumo excessivo de açúcar e comida muito processada. O consumo de alimentos industrializados, refinados, cheios de gorduras e aditivos químicos é prejudicial a saúde e desenvolvimento físico e cognitivo da criança. Estudos relacionam o hábito alimentar ao déficit de atenção e hiperatividade infantil.

O cérebro é em sua maior parte composto por gordura. Estudos mostram que déficit de atenção pode estar relacionado a deficiência de ômega 3, já que este possui em sua estrutura o DHA, que é necessário para o funcionamento do cérebro e pode ajudar as crianças a manterem a concentração. Além de ser importante para o desenvolvimento do cérebro, o ômega 3 atua ainda no crescimento e manutenção do coração, pele e articulações, bem como aumentando a resistência imunológica.

É comum que crianças consumam alimentos como salgadinhos, sanduíches, lanches do tipo fast food e biscoitos recheados ao invés de alimentos fontes de ômega 3. Leia mais

Outubro Rosa

A intenção do COSEMS-PB durante todo esse mês de outubro é sensibilizar as mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce do Câncer de Mama, o que aumenta as chances de cura.

O câncer de mama é o tipo de tumor maligno mais comum entre as mulheres e também o que mais leva à morte. O câncer de colo de útero é o segundo.

Os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram que 12.705 pacientes perderam a vida por causa da doença, em 2010. A estimativa é que 52 mil casos sejam diagnosticados em 2012, em todo o país.

Mulheres com casos de câncer de mama na família, principalmente mãe e irmã, devem procurar o diagnóstico a partir dos 35 anos. A mamografia é o método indicado para detectar a doença em fase inicial. Desde 2009, toda mulher acima dos 40 anos tem direito a fazer o exame. Mulheres acima de 50 anos devem realizar mamografias a cada dois anos ou de acordo com recomendação médica.

Mestrado Profissional em Atenção Primária em Saúde com ênfase na Estratégia de Saúde da Família

Até 19 de outubro, estão abertas as inscrições para o mestrado profissional em Atenção Primária em Saúde com ênfase na Estratégia de Saúde da Família. Com 22 vagas disponíveis, essa formação visa formar mestres a partir da sistematização do conhecimento técnico-científico produzido na prática dos profissionais de saúde. Dessa forma, pretende estimular a ampliação e o desenvolvimento de competências que qualifiquem o trabalho na atenção primária em saúde (APS) com ênfase na estratégia de saúde da família (ESF) e contribuam para o fortalecimento do SUS. A ENSP desenvolveu o curso em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC) do Rio de Janeiro. O curso é dirigido exclusivamente a profissionais de saúde que atuem na ESF e no apoio matricial às equipes de saúde da família no âmbito da SMS/RJ.

Desenvolver competência para realizar ações de promoção da saúde; atuar na atenção à saúde da família; realizar a gestão do cuidado do indivíduo, da família e da comunidade; utilizar informações em saúde na ESF; e realizar atividades de educação em saúde no âmbito da ESF, como preceptoria, educação permanente, metodologias de ensino e aprendizagem. Esses são os principais objetivos da formação. O curso visa ainda formar profissionais que realizem ações de planejamento e avaliação na ESF e produzam conhecimento em serviços de saúde.

Os profissionais esperados são médicos, enfermeiros, farmacêuticos, odontólogos, assistentes sociais, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, biólogos, fonoaudiólogos e profissionais da biomedicina e da educação física que atuem como servidores públicos ou contratados na estratégia de saúde da família, apoio matricial às equipes de saúde da família, ou gestão/gerência de coordenação de área ou setores específicos da APS na SMSDC-RJ no âmbito local do município do Rio de Janeiro.

Esse curso de mestrado profissional integra o Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da ENSP, uma iniciativa acadêmica reconhecida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC). O início das aulas, que ocorrerão nas dependências da ENSP, está marcado para 15 de março de 2013. As aulas estão previstas para a primeira quinta-feira e em todas as sextas-feiras de cada mês.

Os alunos que concluírem de forma integral o curso, com aproveitamento pleno em toda a programação didática e com trabalho final de mestrado aprovado, receberão o título de mestre em Saúde Pública, na área de concentração da Gestão em Saúde.

A bibliografia e o roteiro para a elaboração da súmula curricular estão disponíveis no edital.

Fonte: ENSP

Entrar na água depois de comer realmente faz mal?

Quem não tinha uma piscina sempre à disposição quando criança deve se lembrar de como aproveitar cada instante dentro da água era fundamental. Tanto que muitos teimavam para sair na hora do almoço, temendo o tempo que muitas mães impunham antes que se pudesse mergulhar de novo. Uma hora, uma hora e meia, diz-se que algumas chegavam a barra o retorno à água por duas horas. Há quem ache que essa história não passa de uma lenda e há quem acredite fielmente que entrar na água com o estômago cheio pode trazer complicações.

Estão certos os que acreditam na legitimidade da ordem materna. Mas o fisiologista Turíbio Leite, coordenador do CEMAFE (Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte) da Universidade Federal de São Paulo, explica que o problema não é somente nadar, e sim qualquer tipo de atividade física após as refeições. “Quando há alimento para ser digerido, o estômago precisa receber fluxo sanguíneo, mas ao fazer exercícios, o organismo passa a priorizar a distribuição do sangue para os músculos, deixando o estômago de lado”.

A nutricionista Madalena Vallinoti, diretora do Sinesp (Sindicato de Nutricionistas), esclarece que ao realizar exercícios físicos, o sistema nervoso simpático (parte do sistema autônomo formado pelo tronco do cérebro e pela medula espinhal) produz estímulos nervosos que fazem artérias e veias se contraírem, movimento conhecido como vasoconstrição.

“Essa vasoconstrição aumenta a resistência dos vasos sanguíneos e reduz o fluxo de sangue. Os músculos que estão sendo trabalhados também passariam a ser menos irrigados, mas os subprodutos metabólicos (adenosina, íons de hidrogênio e dióxido de carbono) produzidos após a queima de energia cancelam esse comando e causam vasodilatação, o que facilita a passagem de sangue”, explica Vallinoti.

Assim, se a maior parte do corpo está recebendo uma mensagem para cortar o fluxo de sangue e os músculos estão obtendo o comando para aumentar a demanda sanguínea, tem-se um desequilíbrio. “O corpo está tirando de uma parte e dando a outra. Caso o estômago não esteja em um momento de digestão, não há problema algum em receber menos sangue por certo período”, completa Leite.

Agora, se você acabou de se alimentar e foi fazer exercício físico, o sistema digestório e o trabalho muscular estarão competindo pelo maior fornecimento de sangue. Como resultado, algumas pessoas podem ter desconforto gástrico, refluxo e até vomitar. “Além disso, podem ocorrer câimbras. Dependendo da intensidade e se o indivíduo estiver na água, há risco de afogamento”, afirma Vallinoti. Leia mais

Lista do SUS passa a incluir medicamentos para doença pulmonar ligada ao tabagismo

Brasília – O Ministério da Saúde vai incorporar medicamentos para tratar dos sintomas da doença pulmonar obstrutiva crônica, conhecida por Dpoc, à lista do Sistema Único de Saúde (SUS). Os remédios já estão disponíveis no SUS, mas para outras finalidades, como o tratamento de asma.

A Dpoc, de acordo com o Ministério da Saúde, está relacionada ao tabagismo, à exposição passiva ao fumo, à poeira e à poluição. A doença causa falta de ar, fadiga muscular e insuficiência respiratória.

Serão incorporados os corticóides inalatórios budesonida e beclometasona e os broncodilatadores fenoterol, sabutamol, formoterol e salmeterol. Agora, esses medicamentos que constam da lista do SUS poderão ser indicados também para a Dpoc.

Segundo o pneumologista João Daniel Rego, 80% dos pacientes com Dpoc são fumantes. “As estatísticas mostram que são pessoas que fumam há mais de 15 anos. E, como é uma doença lenta, quando eles [os pacientes] chegam ao consultório, já estão em um estado de médio a grave”, relata.

O médico alertou também para a gravidade da patologia. “É uma doença com alta taxa de mortalidade. E não há uma cura, a medicação é para combater o avanço da enfermidade.” Entre os sintomas da doença, o médico destaca a falta de ar e tosse com secreção.

A publicação da portaria que amplia a indicação dos medicamentos para a Dpoc está prevista para amanhã (26). A partir de então, as farmácias da rede pública de saúde terão até 180 dias para começar a ofertar os produtos à população.

Dois dos medicamentos agora indicados para o tratamento da Dpoc, o beclometasona e o sabutamol, já são ofertados com até 90% de desconto pelo Programa Farmácia Popular, para tratamento da asma leve e moderada. Eles podem ser encontrados nas 557 unidades próprias espalhadas pelo país e ainda nas cerca de 20 mil farmácias privadas, conveniadas ao programa.

Ainda estão incluídas na lista de incorporações outras linhas de cuidados para a Dpoc, como a vacina contra a influenza, a oxigenoterapia domiciliar e os exames diagnósticos para deficiência de alfa-1, que é caracterizada por níveis muito baixos ou pela inexistência, no sangue, de uma proteína produzida pelo fígado.

No Brasil, o ministério estima que cerca de 5 milhões de pessoas tenham Dpoc. Em 2010, foram 116.680 mil internações por Dpoc no país, que custaram R$ 83,6 milhões aos cofres públicos. Em 2011, o número de internações subiu para 116.707, custando R$ 87,1 milhões. Até julho deste ano, já são 57.881 registros de internações, que custaram ao governo R$ 45,1 milhões. Os dados também mostram que o número de mortes aumentou. Em cinco anos, o número cresceu 12%, passando de 33.616 mortes em 2005 para 37.592 em 2010.

 

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

Ministério da Saúde lança diretrizes para melhorar atendimento a pessoas com síndrome de Down

O Ministério da Saúde lançou dia 26de setembro as Diretrizes de Atenção a Pessoa com Síndrome de Down.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que apresentou o documento no Rio de Janeiro, o objetivo é ampliar o conhecimento dos profissionais de saúde acerca da doença, a fim de melhorar o atendimento médico a pacientes que tenham a síndrome.— É como se fosse um protocolo, um manual para que os profissionais de saúde saibam como diagnosticar, lidar e acompanhar pessoas que têm síndrome de Down. Eles passam a ter uma orientação clara do Ministério da Saúde. É muito importante que os profissionais de saúde saibam, por exemplo, que às vezes os portadores da síndrome são pessoas que têm tendência à obesidade, que são pessoas que têm mais propensão a ter problemas do coração.

As diretrizes, cujo documento pode ser baixado do site do ministério, contêm informações sobre os efeitos da síndrome desde a infância até a idade adulta, os cuidados necessários em cada fase da pessoa, o histórico da doença e até a melhor forma de lidar com os pais e os pacientes.

Mãe de Beatriz, uma menina de dois anos que tem síndrome de Down, Maria Antônia Goulart começou um projeto chamado Movimento Down depois de perceber que faltavam informações sobre a doença.

— Muitas vezes, a gente não sabe o que fazer nem a hora que tem que fazer e acabam ficando muito na auto-ajuda, sem orientações claras de como proceder.

Segundo ela, ainda há muito a ser feito no país, principalmente na estruturação da rede de atendimento a pessoas com deficiência.

— A gente tem uma carência na rede de serviços que precisa ser resolvida, precisamos discutir com o Ministério e acompanhar o Plano Viver sem Limites do governo federal, voltado para pessoas com deficiência, porque, de fato, o custo é muito alto para a família. Desde o nascimento até a idade adulta, são muitas as terapias e os exames que precisam ser garantidos. É algo que a gente precisa avançar.

Além das diretrizes, ainda foi lançada uma cartilha voltada às próprias pessoas com síndrome de Down, também disponível no site do Ministério da Saúde. Em linguagem simples, a cartilha apresenta a síndrome e mostra os efeitos que ela tem na vida de cada um.

O ator Breno Viola, de 31 anos, que tem síndrome de Down e atuou em Colegas, escolhido melhor filme do Festival de Gramado deste ano, que trata, justamente, da síndrome, reforça que são todos iguais.

— Antigamente, tratavam a gente como mongolóide. A gente não quer isso. A gente quer se igual a todos. Ter um cromossomo a mais não nos impede de sermos iguais aos outros.

O ministro Alexandre Padilha informou que o ministério divulgará também diretrizes para outros tipos de deficiência, como paralisia cerebral, autismo e deficiências físicas decorrentes de traumas.

Segundo ele, há um esforço do governo, através do Plano Viver sem Limites, de melhorar as redes de saúde e assistência social para atender a essas pessoas.

 

Fonte: http://www.portaldoconsumidor.gov.br