Pela 1ª vez, vacina tem eficácia parcial contra a dengue

Aedes Aegypti: agente transmissor da dengue

Pela primeira vez, uma vacina mostrou-se parcialmente eficaz contra o vírus da dengue, que afeta meio milhão de pessoas por ano, principalmente crianças nas zonas tropicais, e mata cerca de 10 mil delas. Segundo um estudo publicado na edição desta terça-feira (11 de Setembro) da revista médica The Lancet, uma “vacina candidata” desenvolvida pela companhia farmacêutica francesa Sanofi Pasteur demonstrou eficácia de 30,2% em um teste de fase 2, realizado com 4 mil crianças da Tailândia.

O resultado pode parecer tímido, mas até hoje não há nem vacina, nem tratamento específico contra a dengue, doença provocada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, endêmica em todas as regiões tropicais e subtropicais do planeta.

O desenvolvimento de uma vacina contra a doença, também chamada de “gripe tropical”, é considerado complexo porque não existe um, e sim quatro subtipos de vírus de dengue que circulam paralelamente. “Nosso estudo representa a primeira prova de  que uma vacina eficaz contra a dengue é possível”, comentou um dos autores do artigo, doutor Derek Wallace, da Sanofi Pasteur.

Entretanto, em um primeiro momento, o teste (objeto de um primeiro comunicado da empresa farmacêutica em julho) se revelou decepcionante, com uma taxa de eficácia “menor do que a projetada”, segundo o artigo. Mas em um segundo momento, os pesquisadores se deram conta de que a vacina candidata, denominada “CYD-TDV”, tinha sido perfeitamente eficaz contra três dos quatro subtipos do vírus.

Assim, a taxa de eficácia foi estabelecida entre 60% e 90% para os sorotipos DEN-1, DEN-3 e DEN-4. Apenas o vírus do sorotipo DEN-2 “resiste aos efeitos da vacina”. “Contra este sorotipo, nenhuma proteção foi obtida com este teste, apesar da imunogenicidade (reação imunológica) satisfatória”, escreveram os pesquisadores da
Sanofi, que assinam o artigo em conjunto com acadêmicos e clínicos tailandeses.

“Esta falta de eficácia junto ao DEN-2 (…) é surpreendente e deverá ser objeto de novas pesquisas”, continuaram. O especialista americano em dengue Scott Halstead se questionou sobre a eficácia final desta vacina “parcialmente eficaz”, levando em conta o fato de que os quatro subtipos de vírus circulam paralelamente.

Será preciso utilizar “modelos matemáticos” para saber como esta vacina eficaz contra três dos quatro sorotipos “se comportará se for utilizada”, indicou o especialista em comentário publicado na revista. Enquanto aguarda, a Sanofi iniciou um teste mais amplo, agora com mais de 30 mil voluntários, em seu estudo de fase 3. Os voluntários foram recrutados em dez países de Ásia e América Latina.

O objetivo é testar a mesma “vacina candidata” em “diferentes contextos epidemiológicos” com a esperança de evidenciar um “benefício significativo”. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 50 milhões e 100 milhões de pessoas são infectadas todos os anos com o vírus da dengue, das quais 500 mil, sobretudo crianças, desenvolvem a forma hemorrágica, que costuma exigir hospitalização e que é fatal em 2,5% dos casos, em média.

“A incidência da dengue avançou de forma espetacular” nos últimos anos, reporta a OMS, destacando um aumento preocupante das transmissões em áreas urbanas e a expansão para áreas mais temperadas, como a Europa. Segundo o artigo, o teste do Sanofi vai ao encontro dos objetivos estabelecidos pela OMS de reduzir à metade a mortalidade por dengue até 2020.

Fonte : Portal Terra

Microbioma Humano

Em nossa cosmovisão antropocêntrica, somos o resultado dos genes que se juntaram num óvulo fertilizado. A condição humana, no entanto, é muito mais complexa.

Recebemos de nossos pais cerca de 23 mil genes, número insignificante comparado aos 3,3 milhões de genes pertencentes às bactérias alojadas em nosso corpo.

Não imagine que elas são parasitas reles à espera de uma oportunidade para invadir o organismo. Entre outras funções nobres, as bactérias liberam micronutrientes essenciais, energia para o consumo diário, regulam o sistema imunológico e nos protegem contra germes virulentos.

Na visão moderna, o corpo humano é um ecossistema no qual as células descendentes do óvulo fertilizado constituem apenas um dos componentes. O outro é o microbioma, muito mais numeroso: para cada célula herdada existem 10 bactérias.

Enquanto um homem de 70 quilos é formado por 70 trilhões de células, em seu intestino existem 100 trilhões de bactérias. Os outros 600 trilhões são encontrados na pele (10 mil em cada dois centímetros), boca, cavidade nasal, seios da face e aparelho gênito-urinário.

Pesquisa revela que 36% dos brasileiros adultos nunca foram ao oftalmologista

Segundo levantamento inédito da SBG (Sociedade Brasileira de Glaucoma), 36% dos brasileiros adultos nunca foram ao oftalmologista e outros 18% fizeram apenas uma consulta durante toda a vida. Para chegar a esse resultado, a pesquisa entrevistou 2.002 pessoas em todo o País no mês de junho.

A procura por médicos da especialidade só é encarada como importante quando o paciente apresenta problemas graves nos olhos. Estima-se que exista 1 milhão de brasileiros com glaucoma, mas apenas 50% estão em tratamento.

Em grande parte, a situação é consequência do desconhecimento sobre a doença: 42% dos homens e 29% das mulheres não sabem o que é glaucoma. A falta de informação não fica só entre os menos escolarizados. Cerca de 10% dos entrevistados com nível superior disseram não conhecer a doença.

Dos entrevistados que conhecem o glaucoma, 88% sabem que a doença provoca a perda da visão, mas 41% deles acham que o problema pode ser revertido com tratamento.

Entretanto, como o glaucoma é uma doença progressiva causada pelo aumento da pressão intraocular (o que provoca lesões no nervo óptico), os tratamentos não conseguem reverter o quadro, apenas controlam a situação por meio de medicação – que muitas vezes exige o uso constante de colírios pela vida inteira – ou cirurgias.

A doença, se não for tratada no início, pode levar à cegueira.

Veja aqui quais são as causas e sintomas do glaucoma

 

Fonte: Site de Drauzio Varella

Manual traz orientações para as escolas particulares

Acordo com a Federação Nacional das Escolas Particulares vai incentivar os estabelecimentos a oferecerem às crianças alimentos com menos sódio, açúcar e gordura

O Ministério da Saúde lança em Porto Alegre (RS), nesta quarta-feira (5), o Manual das Cantinas Escolares Saudáveis: promovendo a alimentação saudável. O objetivo é incentivar as escolas particulares a oferecer lanches menos calóricos e com maior valor nutritivo aos alunos e assim diminuir a incidência da obesidade infantil. O manual traz diversas orientações às instituições de ensino, como substituição de alimentos fritos por assados e industrializados por opções mais naturais e livres de conservantes.

A iniciativa faz parte do acordo de cooperação técnica assinado entre o Ministério da Saúde e a Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP), que tem de perto de 18 mil escolas associadas. O evento na capital gaúcha contará com a presença de representantes das escolas particulares vinculadas ao SINEPE-RS – Sindicato do Ensino Privado.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca que os muitos hábitos alimentares começam a ser formados na infância e que o ambiente escolar tem um papel fundamental neste processo. “Oferecer um ambiente favorável às escolhas alimentares saudáveis às crianças ajuda a prevenir a obesidade infantil”. O ministro também reforça que a inciativa terá impacto positivo em um futuro próximo. “Crianças com hábitos saudáveis tendem a se tornar adultos saudáveis”, concluiu o ministro.

Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar de 2009 (POF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 34,8% das crianças com idade entre 5 e 9 anos está acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde.

Já na faixa de 10 a 19 anos, 21,7% dos brasileiros apresentam excesso de peso – em 1970, este índice estava em 3,7%. Neste grupo, o índice de massa corporal (IMC) — razão entre o peso e o quadrado da altura — deve ficar entre 13 e 17. A manutenção do peso adequado desde a infância é um dos principais fatores para a prevenção de doenças na fase adulta.

Os maus hábitos alimentares dos estudantes brasileiros também podem ser constatados nos resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PENSE/2009). A avaliação apontou que apenas um terço dos alunos matriculados no ensino fundamental da rede privada consome frutas e hortaliças em cinco dias ou mais na semana. Já refrigerantes e frituras fazem parte da rotina alimentar de 40% dos alunos.

Os hábitos ruins da infância podem se refletir na idade adulta. Nos últimos seis anos, o Brasil tem aumentado o percentual de pessoas acima do peso. De acordo com o Vigitel, a proporção de adultos com sobrepeso avançou de 43%, em 2006, para 49%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.

DCNT – No Brasil, 72% das mortes registradas estão relacionadas a Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT). Pessoas obesas também têm mais chance de sofrer com doenças cardiovasculares, além de problemas ortopédicos, asma, apneia do sono e alguns tipos de câncer.

PLANO

Lançado em 2011, o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT estabeleceu metas para combater os fatores de riscos nos próximos dez anos. Em relação à obesidade e ao excesso de peso, a intenção do Plano é deter o crescimento entre os adultos brasileiros e reduzir entre crianças aos mesmos patamares de 1988: 8% entre os meninos e 5% entre as meninas, revertendo a curva atual. Já na faixa de 10 a 19 anos, o objetivo é diminuir as taxas de 5,9% para 3,2% entre os meninos e de 4% para 2,7% entre as meninas.

MENOS SAL

Com o objetivo de melhorar a dieta do brasileiro e promover maior qualidade de vida o Ministério da Saúde, a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA) fecharam acordo voluntário para redução de sódio nos alimentos. Entre os alimentos que preveem a redução estão varias guloseimas comumente consumidas pelas crianças, como bisnaguinha, batata palha, salgadinhos de milhos e biscoitos recheados. De acordo com dados do IBGE, os adolescentes brasileiros consomem mais salgadinhos (sete vezes mais), biscoitos recheados (quatro vezes mais), biscoitos doces (mais de 2,5 vezes mais) e biscoitos salgados (50% a mais) que os adultos.

Fonte: DAB – MS

Droga para câncer de próstata será tomada a cada 6 meses

Uma nova droga que deve chegar ao País a partir de março permitirá que o paciente com câncer de próstata avançado – que já não pode ser tratado com cirurgia – receba a medicação a cada seis meses.

O medicamento, que deve ser aplicado em uma injeção subcutânea, está em fase de aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No Brasil, por enquanto, só estão disponíveis doses mensais e trimestrais. Cada dose semestral deve custar cerca de R$ 3 mil.

Urologistas observam que a nova periodicidade favorece a adesão ao tratamento e traz mais conforto ao paciente. A novidade foi discutida na semana passada em São Paulo, no 12.º Congresso Paulista de Urologia.

“Quando a medicação é só a cada seis meses, o paciente vai se lembrar menos da doença. Do ponto de vista psicológico, não ter de tomar remédio todos os dias é melhor”, diz o urologista Rodolfo Borges dos Reis, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia – Seccional São Paulo (SBU-SP).

O especialista americano David Crawford, que participou do congresso, conta que tem experiência com pacientes que utilizam a estratégia semestral nos EUA e diz que ela reduz riscos de falhas na adesão.

Se você opta por esse medicamento, é apenas uma injeção a cada seis meses. O médico continua vendo o paciente, mas o tempo do consultório não é atrelado à injeção, mas sim ao atendimento clínico.

O acetato de leuprorrelina, que tem o nome comercial de Eligard, faz parte do grupo de medicamentos usados na hormonioterapia. Para pacientes que são diagnosticados em estágio mais avançado, com metástase, a supressão do hormônio masculino é a primeira alternativa terapêutica, pois esse é o hormônio que “alimenta” o tumor. Caso a terapia hormonal falhe, recorre-se à quimioterapia.

A cirurgia de retirada da próstata só é indicada em casos diagnosticados precocemente. Para Crawford, o desenvolvimento da hormonioterapia vai fazer com que, no futuro, o câncer de próstata avançado seja tratado como uma doença crônica.

“Temos esperança de transformar o câncer de próstata avançado em uma doença controlável. Talvez não seja curável, mas também não se cura diabete ou hipertensão, apenas se trata”, diz o urologista, chefe da seção de Uro-Oncologia da Universidade do Colorado.

Outro avanço apontado por especialistas são as drogas de hormonioterapia que bloqueiam a produção de testosterona por vários caminhos diferentes. Crawford diz que 95% da testosterona vem do testículo.

“Mas, quando você bloqueia esse caminho, a testosterona fica ‘esperta’ e descobre outra maneira de sair. As glândulas adrenais começam a produzi-la, por exemplo. É um mecanismo de defesa”. As drogas mais modernas são capazes de driblar esse mecanismo.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/droga-para-cancer-de-prostata-sera-tomada-a-cada-6-meses/

Agrião

O agrião é um dos produtos mais eficientes para manter a beleza natural e redobrar a energia. O vegetal possui elementos que auxiliam no combate ao câncer, agem na melhora do funcionamento do fígado e previnem a perda da memória.

Altamente benéfico, o agrião aumenta a imunidade, mantendo a juventude. O agrião é rico em vitamina C, que ajuda na regeneração das células epiteliais, melhora o funcionamento do fígado e aumenta a imunidade do organismo. Também é fonte de fenetil de isocianato, elemento químico que combate as células cancerígenas. O agrião contém ainda iodo essencial para o bom funcionamento da tireóide, e vitamina B6, que previne a perda da memória. É digestivo, pois estimula a vesícula a liberar a bile, que atua no processamento das gorduras.

O agrião combate o ácido úrico, a tuberculose, o raquitismo, a formação de pedras nos rins, as cistites e ainda os efeitos tóxicos da nicotina. Como um dos produtos mais ricos da natureza, o agrião é digestivo, faz bem ao fígado, é diurético e bom para os diabéticos.

Fonte: Saúde e Natureza

Suplementação com ácido fólico é mandatória antes e durante a gestação, diz especialista

Recomendação da Febrasgo visa prevenir risco de anencefalia e outros problemas de saúde do bebê

A orientação é clara: consumir 400 microgramas de ácido fólico por dia um mês antes de engravidar e durante os três primeiros meses de gestação. Dessa forma, a Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) visa reduzir em até 85% o risco de malformação no tubo neural do feto — estrutura embrionária que dará origem ao sistema nervoso central do bebê.

Para as mulheres que apresentam alto risco de darem à luz a bebês com este problema — como pacientes com epilepsia ou que utilizam anticonvulsivantes — a dosagem de ácido fólico deve ser 10 vezes maior, ou seja, 4 miligramas.

O ginecologista e obstetra Dr. Eduardo Borges da Fonseca, presidente da Comissão Especializada em Medicina Fetal da Febrasgo, avisa que o Sistema Único de Saúde (SUS) fornece a substância.

— Pelo SUS, a mulher vai tomar 40 gotas por dia de ácido fólico. Na rede privada, a substância é comercializada em forma de comprimido e o custo diário é de R$ 0,30. As duas versões são eficazes.

Anencefalia e outros problemas

A formação do sistema nervosa central ocorre entre o 17º e o 30º dia após a concepção e qualquer alteração no processo pode desencadear consequências graves ao bebê, segundo o Dr. Fonseca.

— O fechamento inadequado na parte superior do tubo neural provoca a anencefalia, doença que em 100% dos casos leva à morte. Já se a má formação ocorrer na parte inferior do tubo, o resultado é a espinha bífida aberta, que pode provocar paralisia de membros inferiores, incontinência urinária e intestinal e até diferentes graus de retardo mental e dificuldades de aprendizagem escolar.

No Brasil, a incidência da patologia atinge 10% dos bebês, ou seja, das 3 milhões de crianças nascidas, 3 mil apresentam algum defeito neural. O médico lembra que, embora a lei autorize o aborto de bebês anencéfalos, a regra não se aplica aos casos de espinha bífida.

— Neste caso, a criança terá que enfrentar inúmeros desafios ao longo da vida, dentre eles a própria inclusão social.

Com a adoção da diretriz, as mulheres brasileiras estarão em linha com as recomendações internacionais, inclusive do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos.

Prevenção

Não há maneira mais eficaz para evitar a má formação neural do que planejar a gravidez e seguir a recomendação dos 4 microgramas de ácido fólico antes e durante o primeiro trimestre de gestação. No entanto, dados da Fiocruz mostram que a maioria das mulheres (55%) engravida sem planejar.

— Geralmente, a mulher chega ao consultório sem saber que está grávida. Mesmo assim, se ela ainda não tiver ultrapassado o primeiro trimestre, deve tomar o ácido fólico.

Para chamar a atenção da classe médica e da população, a Febrasgo vai distribuir 30 mil guias nos consultórios da rede pública e privada, além de 3 milhões de panfletos informativos para a sociedade.

O que é ácido fólico?

O ácido fólico é uma vitamina do complexo B que atua no processo de multiplicação das células e na formação de proteínas estruturais da hemoglobina. Sua forma natural, o folato, pode ser encontrada em vegetais de folhas verde escuras, como couve, brócolis e espinafre, mas ele é mal absorvido pelo organismo. Por isso, a forma sintética (ácido fólico) é a alternativa mais eficaz e prática para a mulher.

 

Fonte: http://www.portaldoconsumidor.gov.br

Avaliação Externa PMAQ

Como já é do conhecimento de todos, o módulo on-line da Avaliação Externa PMAQ estará aberto até o dia 14/09/2102 (sexta-feira).

Os gestores e equipes devem preencher esse módulo para serem certificadas. As informações do Módulo IV são essenciais para a avaliação das equipes de atenção básica.
Os questionários do Módulo IV para o gestor e responsáveis das equipes fazem parte da avaliação, portanto é recomendável que sejam inseridas informações para todas as questões.

Conforme relatório do dia 04.09.12, no Estado da Paraíba:

    • 16 municípios (dos 173 que aderiram ao PMAQ), ainda não realizaram o preenchimento do módulo IV – Gestão;
    • Equipes de 46 municípios (dos 173 que aderiram ao PMAQ), ainda não realizaram o preenchimento do módulo IV – Equipe;
    • 13 municípios (dos 173 que aderiram ao PMAQ), ainda não preencheram a sua totalidade de equipes PMAQ no módulo IV – Equipe.

Clique aqui para obter a planilha detalhada

Lembrando que para as equipes que não estão sendo visualizadas no sistema para preenchimento do Módulo IV, por mudanças no CNES e/ou área foi criado uma funcionalidade no sistema do PMAQ que possibilita que o gestor altere o CNES e/ou área das equipes PMAQ.

Atenção: A alteração só será possível para as equipes que não aparecem no sistema em razão da modificação no CNES e/ou Área, com isso será possível inserir as informações do questionário – Módulo IV.

Estamos à disposição para maiores esclarecimentos.

Atenciosamente.

 

Priscila Mara Anjos Nunes
(83) 9153-6675 Claro / 8705-1637 Oi / 9640-9878 Tim
Apoio Institucional Descentralizado PARAÍBA
Ministério da Saúde – MS

Diretor do DAB analisa pesquisa da Ouvidoria Geral do SUS

O diretor do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Hêider Pinto, faz análise do resultado da Pesquisa de Avaliação dos Usuários sobre a Atenção Básica feita pela Ouvidoria Geral do SUS (SEGEP/MS). Segue, na íntegra, as duas primeiras partes da avaliação. Em breve será publicada a terceira parte do artigo, com os dados da pesquisa relativos à satisfação dos usuários com os serviços prestados nas UBS.

Na opinião dos Usuários a Atenção Básica Vai Bem. Porém…

Introdução

No primeiro semestre de 2012 o Ministério da Saúde publicou o “Relatório Preliminar da Pesquisa de Satisfação com Cidadãos usuários e não usuários do SUS quanto aos aspectos de acesso e qualidade percebida na atenção à saúde”realizada pelo Departamento de Ouvidoria Geral do SUS (DOGES) e formulada com a participação do Departamento de Atenção Básica (DAB) e contribuições do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS (DEMAS) e de diversos especialistas.

A pesquisa teve como objetivo “avaliar o grau de satisfação dos usuários do SUS quanto aos aspectos de acesso e qualidade percebida na atenção básica e urgência/emergência, mediante inquérito amostral” e foi realizada por ETAC (entrevistas telefônicas assistidas por computador) com amostra aleatória de números de telefones fixos e móveis a partir de bases de dados fornecidas por empresas de telefonia.

Foram ouvidos mais de 26 mil cidadãos com 16 anos ou mais em todo o país que tinham ou não usado o SUS nos últimos 12 meses para vacinação, consultas, exames, atendimento de urgência, internação ou para medicamentos, ou ainda que tivessem dependentes que utilizaram algum desses serviços. Para aqueles que utilizaram foi aplicado um questionário de até 41 perguntas. Para aqueles que não utilizaram foi aplicado um questionário menor. A amostra foi construída com o objetivo de avaliar a situação do país como um todo e de cada uma das capitais do Brasil e das cidades com mais de 500 mil habitantes em particular.

Essa foi a primeira aplicação de um inquérito que pretende ser periódico e possibilitar o acompanhamento e evolução da situação permitindo que se trace tendências e municie a tomada de decisão referente aos elementos pesquisados.

Antes de mais nada, temos que ressaltar a importância do Ministério da Saúde ter colocado no centro de sua avaliação, formulação e planejamento de políticas públicas a escuta dos cidadãos, tendo avançado num conceito de “ouvidoria ativa” reiteradamente enfatizado pelo Ministro Alexandre Padilha.

Esse artigo pretende dar destaque e refletir sobre alguns achados dessa pesquisa, que teve relativamente pouca repercussão tanto nos meios especializados quanto nos meios de comunicação em geral. Partindo do relatório disponível, vamos tratar na primeira parte do que se compreende como “usuário do SUS” na pesquisa e quais elementos interessantes percebemos na comparação entre usuários e não usuários. Na segunda parte discutiremos os dados relacionados ao acesso dos usuários. Na terceira e última parte trataremos dos dados relacionados à satisfação dos usuários com os serviços prestados e concluiremos identificando pontos que deverão ser aprofundados até o próximo inquérito, outras iniciativas em curso que podem contribuir com o aprofundamento de algumas questões suscitadas pela reflexão sobre os achados dessa pesquisa e levantaremos ainda interrogações para estudos futuros. Leia mais

Campanha conscientiza sobre câncer colorretal

Estima-se, em 2012, o surgimento de 30.140 novos casos de câncer do colorretal no país

A Campanha Nacional de Enfrentamento do Câncer do Colorretal será lançada nesta quarta-feira (5) por meio de uma parceria entre o Ministério da Saúde, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) e a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP). O objetivo é orientar a população e sensibilizar os profissionais da área de saúde, capacitando-os para o acolhimento dos pacientes.

O câncer do colorretal ataca o intestino grosso e desenvolve lesões inicialmente benignas, que crescem na parede do cólon e, se associados com predisposição genética e hábitos não saudáveis de vida, transformam-se em câncer com o passar do tempo. O lançamento da campanha acontece durante a cerimônia de abertura do 61° Congresso Brasileiro de Coloproctologia, em Belo Horizonte (MG).

Para o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães, essa iniciativa reafirma o compromisso do Ministério em combater o aparecimento de novos casos desse tipo de câncer no Brasil. “A campanha busca orientar profissionais quanto ao atendimento e conscientizar a população sobre como se prevenir. Hábitos não saudáveis podem contribuir para o surgimento desse tipo de câncer, que se diagnosticado em estágio inicial, apresenta chance de cura de 70% a 90%, tornando a prevenção e o controle fundamentais”, destaca o secretário.

Durante o lançamento da campanha o Ministério da Saúde distribuirá cartilhas para dois mil especialistas – participantes do congresso. O documento traz orientações quanto ao atendimento à população. Também serão disponibilizadas nas Unidades Básicas de Saúde e nos serviços especializados, as cartilhas para a população com dicas de prevenção, tratamento e sintomas da doença. Leia mais