Cadastro de Conselhos Municipais no SARGSUS

Atenção senhores e senhoras Secretários de Saúde!

As secretarias que ainda não estão cadastradas com os conselhos municipais, não poderão ter os seus relatórios avaliados por meio do uso SARGSUS.

Segue abaixo a lista dos municípios que ainda não cadastraram seus conselhos:

  • Alcantil
  • Algodão de Jandaíra
  • Amparo
  • Areia de Baraúnas
  • Areial
  • Assunção
  • Cacimba de Areia
  • Cacimbas
  • Caldas Brandão
  • Camalaú
  • Caraúbas
  • Congo
  • Cubati
  • Desterro
  • Diamante
  • Fagundes
  • Gado Bravo
  • Imaculada
  • Itaporanga
  • Lucena
  • Massaranduba
  • Matinhas
  • Maturéia
  • Monte Horebe
  • Nova Floresta
  • Ouro Velho
  • Pedras de Fogo
  • Piancó
  • Poço de José de Moura
  • Quixabá
  • Salgadinho
  • Santo André
  • São Domingos do Cariri
  • São Domingos de Pombal
  • São João do Cariri
  • São José de Piranhas
  • São José do Sabugi
  • São Sebastião de Lagoa de Roça
  • Serra Redonda
  • Sobrado
  • Soledade
  • Sossêgo
  • Tavares
  • Teixeira
  • Tenório
  • Uiraúna

Maiores informações: CSPUWEB

Chamada QUALIFAR

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Atenção Secretários!

Dia 15/08 foi publicada a portaria que habilitou 38 municípios da Paraíba a receberem os recursos destinados ao Eixo Estrutura do Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica no âmbito do SUS. Serão investidos na estruturação da Assistência Farmacêutica dos municípios paraibanos recursos na ordem de R$ 1.360.000,00.

IMPORTANTE: PARA RECEBER O RECURSO QUE TRATA ESTA PORTARIA, OS MUNICÍPIOS DEVERÃO  ENCAMINHAR O TERMO DE ADESÃO, DEVIDAMENTE PREENCHIDO, EM VIA ELETRÔNICA, PARA O EMAIL: qualifarsus@saude.gov.br

O PRAZO PARA ENVIO É 01/09/2012.

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Termos de Doação – Detector Fetal – Rede Cegonha

Preliminarmente, informamos que o material ao qual se refere o Termo de Doação ainda não foi entregue neste Estado, portanto ainda não poderemos liberar a sua retirada.

De qualquer maneira, encaminhamos as informações necessárias para o seu preenchimento. Favor entrar em contato, previamente, pelos telefones: 3612-3402 / 3403 / 3405 ou pelo e-mail: diconpb@saude.gov.br.

 


Segue abaixo dados do Núcleo Estadual do Ministério da Saúde na Paraíba, para inserção no Termo de Doação referente à doação de Monitor Fetal do programa “Rede Cegonha”. O termo deverá ser impresso em 03 (três) vias, todas as vias rubricadas e assinadas pelo gestor municipal (Prefeito Constitucional), acompanhada de uma cópia da ata de posse ou documento equivalente.

Alertamos que o material só poderá ser retirado, mediante a entrega das 03 (três) vias do Termo de Doação assinadas pelo Gestor Municipal. O material poderá ser entregue a representante do Município, devidamente identificado, com a apresentação de cópia da carteira de identidade (RG).

 Segue abaixo os dados do NEMS/PB, destacados em vermelho para alteração no Termo de Doação:

Pelo presente instrumento, a União, por intermédio do Ministério da Saúde, pela Divisão de Convênios e Gestão do Núcleo Estadual da Paraíba com sede na Avenida Desembargador Souto Maior, 244 – Centro, João Pessoa, Paraíba, inscrita no CNPJ sob nº. 00.394.544/0188-07, ora designado DOADOR, neste ato representado pelo Sr. ANTONIO GUALBERTO VIANA CHIANCA, conforme delegação de competência conferida pela Portaria Conjunta n° 04 de 09/11/2011 e publicada no D.O.U. de 21 de dezembro de 2011 inscrito no CPF/MF sob n.º 347.281.397-00, portador do Registro Geral n.º 136431 – SSP/PB, residente e domiciliado nesta Capital e de outro lado, a(o) PREFEITURA MUNICIPAL DE XXXXXXXXXX, ………………..

  Atenciosamente,

 Ingrid Queiroz Sousa

Agente Administrativo

Av. Des. Souto Maior, 244 – Centro
João Pessoa/PB – CEP: 58.013-190
Fone: (83) 3612-3402/ Fax (83) 3612-3404

Ministério da Saúde realiza mutirão para cirurgias de catarata

Ação prevê zerar a fila de espera pela cirurgia nos municípios em situação de extrema pobreza

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou nesta sexta-feira (24), em Serrinha (BA), de um conjunto de ações para expansão da realização de cirurgias de catarata no país. A estratégia faz parte da Política Nacional de acesso aos Procedimentos Cirúrgicos Eletivos, lançada pelo governo federal. Em uma semana, quatro municípios – Serrinha (BA)Montes Claros (MG)Pombal (PB) e Rio Branco (AC) -, vão realizar, ao todo, 2.110 cirurgias de catarata, que tem por objetivo zerar as filas de espera e ampliar o atendimento aos usuários que necessitam deste procedimento através do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para ampliar o número de cirurgias eletivas realizadas no Brasil, o Ministério da Saúde liberou R$ 650 milhõesaos estados e municípios. O investimento representa um crescimento de 86% se comparado com o valor destinado em 2011, que foi de R$ 350 milhões. Do total de recursos, R$ 230 milhões são destinados à realização de cirurgias de catarata. Estima-se que em 2012, sejam realizadas 432 mil cirurgias. Até junho, já foram feitas 216 mil no âmbito SUS.

“Um dos nossos objetivos é zerar a fila de cirurgia de catarata e promover melhor qualidade de vida para essas pessoas. Queremos proporcionar que as pessoas possam voltar a ler e escrever e se inserir no mercado de trabalho”, ressalta o ministro. Ele adiantou que a expectativa do Ministério da Saúde é chegar a 700 mil cirurgias de catarata por ano. “Aumentamos o recurso para possibilitar a realização contínua das cirurgias de catarata, além da realização de mutirão. E o executar essas intervenções, conseguiremos aumentar o número de cirurgias e diminuir as desigualdades regionais”, destaca Padilha.

Os recursos fazem parte de uma nova estratégia do Ministério para garantir o acesso da população aos procedimentos disponibilizados no SUS. Os estados brasileiros e o Distrito Federal receberam os recursos, em parcela única, para o período de um ano, e serão aplicados nas especialidades de maior demanda e nas escolhidas pelos gestores locais, conforme a realidade de sua região. Leia mais

Saúde quer reduzir óbitos e sequelas decorrentes de traumas

Ministério da Saúde coloca em consulta pública documento inédito que cria a Linha de Cuidado ao Trauma no SUS

Para reduzir o número de óbitos e sequelas provocadas por traumas, e proporcionar um atendimento mais humanizado, o Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira (23), no Rio de Janeiro, a consulta pública da Linha de Cuidados ao Trauma na Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE).

As principais novidades são a definição das diretrizes clínicas para o tratamento de pacientes,oestabelecimento de um protocolo único, a habilitação de centros de trauma e a criação de incentivos financeiros diferenciados para esses hospitais.

“Acredito que o aumento de recursos incentivará os hospitais a se especializarem no atendimento às vítimas de traumas”, disse Padilha. Sobre a Linha de Cuidado ao Trauma, além de organizar a rede de saúde, o Ministério garantirá o desenvolvimento de um registro, de base nacional, para inclusão de dados detalhados sobre os pacientes atendidos nas unidades de saúde (tempo de permanência na unidade, tipo de acidente que causou o trauma e o atendimento prestado). O ministro acredita que a “prevenção do trauma vai fortalecer a cidadania, através da oferta de serviços de saúde de forma mais ampla. Significa avançar na prevenção das mortes evitáveis”, defende Padilha.

Estudos internacionais indicam queda de mortalidade nos locais onde esse modelo de atendimento é implantado. Nos Estados Unidos, por exemplo, 50% dos estados já possui sistema de trauma organizado e se verificou uma redução de 9% na mortalidade nos estado norte-americanos que adotaram as medidas. Analisando apenas os acidentes por veículo motorizado, a redução da mortalidade foi de 17%. A revisão de 14 artigos sobre resultados após a implantação do sistema de trauma no mundo mostrou que houve, em média, redução de 15% da mortalidade.

O objetivo imediato dessa iniciativa é gerar estímulo à aplicação de medidas intersetoriais de prevenção a acidentes e violência, e a organização dos serviços de saúde para o cuidado qualificado às vítimas de trauma, uma vez que o SUS já realiza atendimentos a esses usuários, independente da causa – acidentes de trânsito ou domésticos, quedas, tentativas de homicídio, entre outras.

A consulta pública lançada nesta quinta-feira, pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, busca subsidiar a organização dos serviços no Sistema Único de Saúde (SUS) e definir a habilitação de centros especializados e estimular a melhoria do acesso à população. O documento ficará disponível para contribuições de profissionais e da sociedade durante 30 dias. Leia mais

MS institui Política Nacional de Saúde do Trabalhador

Princípios e diretrizes do documento formam o eixo para a regulamentação das ações de saúde do trabalhador do SUS

A portaria que institui a Política e o Plano Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora foi publicada nesta sexta-feira (24), no Diário Oficial da União (DOU). Com este instrumento, o Ministério da Saúde (MS) passa a regulamentar, de maneira técnica e legal, a garantia dos direitos à qualidade salutar no ambiente profissional de todos os trabalhadores, independentemente de sua localização (urbana ou rural), de sua forma de inserção no mercado de trabalho (formal ou informal), de seu vínculo empregatício (público ou privado, assalariado, autônomo, avulso, temporário, cooperativados, aprendiz, estagiário, doméstico, aposentado) ou desempregado.

A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora se articula com a Política e o Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho, que integra ações do Ministério da Saúde, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), e de outros dois ministérios: Trabalho e Emprego e da Previdência Social.

“Chegamos num novo momento para a saúde do trabalhador no país. Com a publicação desta portaria – que traz as diretrizes e estratégias a serem observados nas três esferas de gestão do Sistema Único de Saúde no que se referem à saúde do trabalhador – todos os níveis de gestão estão fortalecidos pela definição desses princípios”, explica Carlos Augusto Vaz de Souza, coordenador geral da Saúde do Trabalhador, do MS.

A Política Nacional de Saúde do Trabalhador foi elaborada por meio de sete princípios e diretrizes, sete objetivos e seis estratégias. E está alinhada com o conjunto de políticas de saúde no âmbito do SUS, considerando a transversalidade das ações de saúde do trabalhador e o trabalho como um dos determinantes do processo saúde-doença. “Sempre tivemos várias normativas, mas não havia uma política que determinasse a vigilância, a atenção integral, entre outros aspectos. Agora, temos a organização das diversas legislações em uma única fonte”, reitera Carlos Augusto Vaz de Souza. Leia mais

Saúde não tem preço

O Saúde Não Tem Preço lançou a gratuidade dos medicamentos para hipertensão e diabetes nas Farmácias Populares.

A ação beneficia 33 milhões de brasileiros hipertensos e 7,5 milhões de diabéticos, além de ajudar no orçamento das famílias mais humildes, que comprometem 12% de suas rendas com medicações.

Só é preciso ir até uma farmácia da rede Aqui Tem Farmácia Popular com o CPF, documento com foto e receita médica válida da rede pública ou particular. São mais de 17 mil farmácias conveniadas em todo Brasil.

Fonte: Portal do Ministério da saúde

Diabetes aumenta risco de problemas bucais

Mais do que garantir um sorriso bonito, cuidar da boca significa estar em dia com a saúde do corpo. No caso de portadores de diabetes, estes cuidados devem ser redobrados. Isso porque estes pacientes são mais suscetíveis à gengivite e periodontite. E o contrário também é verdadeiro: a presença desta ou de qualquer outra infecção piora o controle da glicemia.

A periodontista Rosileine Uliana, da ABAH (Associação Brasileira de Halitose), avisa que o diabético descompensado tem três vezes mais chances de apresentar doença periodontal.

— A gengivite é uma das causas do mau hálito e, se não tratada adequadamente, pode dificultar o controle e cura do quadro.

Outros problemas comuns na boca de quem tem diabetes são a xerostomia (diminuição da produção de saliva) e a dificuldade de cicatrização. A explicação de Rosileine é simples.

— A saliva age como um detergente bucal e sua falta aumenta a incidência de cárie, por isso mais uma vez reforço a importância da boa higiene bucal.

A dentista Silvia Nunez, da clínica Avelar, orienta procurar o dentista a cada seis meses e ensina as principais maneiras de prevenir as doenças bucais.

— É fundamental escovar os dentes após as refeições, com mais cuidado especialmente à noite, passar o fio dental e sempre se lembrar de escovar a língua. Além disso, a troca da escova de dente a cada três meses também é uma recomendação muito importante.

 Fonte: R7 Notícias

Estrabismo não tratado pode causar perda irreversível da visão

Tratamento com o uso do tampão deve ser feito até os 8 anos de idade. Se não for usado do jeito correto, a criança pode perder a visão em um olho. Saber identificar os sinais anormais na visão pode ajudar a diagnosticar problemas como o estrabismo, o ceratocone e o astigmatismo.
 

É importante acompanhar a saúde dos olhos para evitar complicações mais graves, como a cegueira. No caso do estrabismo, por exemplo, se não for tratado, pode causar perda irreversível da visão no olho estrábico. Por isso, é importante diagnosticar e tratar o quanto antes.

Para enxergar bem, os olhos devem estar orientados para o mesmo ponto de fixação. Dessa maneira, o cérebro junta essas imagens captadas pelos dois olhos e as interpretam como uma só. No caso do estrábico que enxerga com menor senso de profundidade, o cérebro só interpreta uma imagem porque “ignora” a imagem recebida pelo olho com problema. Por isso, é importante estimular esse olho usando o tampão no olho sem desvio.

O estrabismo pode aparecer por herança genética já no nascimento ou nos primeiros anos de vida. Um dos sinais que pode ajudar a identificar o estrabismo é se a pessoa não conseguir assistir aos filmes em 3D, como mostrou a pediatra Ana Escobar.

Os médicos indicam o uso do tampão no olho sadio durante a infância para estimular o olho estrábico. Mas existe um período de tempo para esse aprendizado funcionar, que vai dos primeiros meses de vida até os oito anos de idade. Após esse tempo, se o olho estrábico não tiver sido estimulado da maneira correta e recomendada pelo médico, a criança pode ficar cega de um dos olhos.

O tratamento bem feito com o tampão pode não colocar o olho de volta ao lugar, mas desenvolve a visão. Nesse contexto, o paciente pode fazer a cirurgia, mas apenas por questões estéticas. Em alguns casos, o problema é corrigido com o uso dos óculos e o olho se esforça para desviar e corrigir o grau. Mas, quando a pessoa tira os óculos, volta a ficar estrábica. Leia mais