Agenda de Ações Estratégicas para a Redução da Sífilis Congênita no Brasil

O Ministério da Saúde, por meio do seu Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das DST, Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde, lançou Agenda de Ações Estratégicas para a Redução da Sífilis Congênita no Brasil, elaborada conjuntamente por áreas do MS e 19 instituições. Na mesma oportunidade, foi assinada Carta de Compromisso por todos os representantes dessa parceria que estavam presentes na solenidade de lançamento.

Na ocasião, foram lançados também:

  • Campanha Nacional de Combate à Sífilis Congênita;
  • Boletim Epidemiológico de Sífilis 2016, pela primeira vez com os dados da sífilis adquirida;
  • Acesso on line aos indicadores e dados da sífilis em gestantes e congênita dos estados e municípios;
  • Manual Técnico de Diagnóstico da Sífilis (Portaria Nº 2.012/16, publicada no DOU – 20/10/2016).

Conforme acordado no âmbito da parceria para elaboração conjunta da Agenda, é fundamental dar visibilidade às ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da sífilis em todos os espaços de atuação da área da saúde. Abaixo seguem vários links relacionados os tema.

FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE

Conasems, Undime e Congemas lançam nota conjunta contra PEC 241

Em nota conjunta o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas) apresentam posicionamento contrário das entidades municipalistas da Saúde, Educação e Assistência Social sobre a sobre a Proposta de Emenda Constitucional 241 (PEC 241) de 2016.

Para ter acesso à nota conjunta na íntegra clique aqui.

Lançada Campanha de Doação de Leite Materno

A Campanha Nacional de Doação de Leite Humano foi lançada nessa quarta-feira (20), em Brasília, comemorando o Dia Mundial de Doação de Leite Humano.  A campanha deste ano tem enfoque nos bebês prematuros, e tem como lema “ Seja doadora de leite materno e faça diferença na vida de muitas crianças. A ação marca 30 anos de Políticas Públicas do Bancos de Leite Humano em defesa do bebê prematuro.

A campanha é uma parceria do Ministério da Saúde com a Rede BLH, e visa aumentar o número de doadoras voluntárias do Brasil e o volume de leite materno. O Brasil coleta cerca de 55 a 65% do volume real demandado. Em 2014 foram coletados 184 mil litros de leite beneficiando 178 mil recém-nascidos.

O coordenador da Saúde da Criança e do Aleitamento Materno, do Ministério da Saúde, Paulo Bonilha, lembrou que que o Brasil tem se tornado exemplo na questão: “Conseguimos alcançar com 3 anos de antecedência o item 4 dos objetivos do milênio, que é a amamentação. “ Paulo também destacou que a doação de leite e o aleitamento materno contribuíram para a redução da mortalidade infantil no Brasil, sendo fundamental na diminuição de doenças infecciosas e alérgicas que afligem os bebês recém-nascidos prematuros de baixo peso.

A ministra interina da saúde, Ana Paula Sóter, conduziu a cerimonia e ressaltou a importância de valorização de práticas exitosas: “É uma demonstração do SUS que dá certo. O fortalecimento dessas redes são uma pauta prioritária para nós. ” A ministra ainda chamou atenção que a meta é aumentar em 15% o volume de leite coletado.

A atriz Maria Paula, que é a Embaixadora da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, durante a cerimônia de lançamento da campanha frisou que “Amamentar é uma função social, um vínculo afetivo muito grande. Doar leite é que nem amor: quanto mais se dá, mais ele jorra dentro de você”.

Também esteve presente na ocasião o secretário de saúde do Distrito Federal, João Batista, que foi elogiado por ser o único estado da federação autossustentável na produção de leite.

BENEFÍCIOS– Com o leite humano, o bebê fica protegido de infecções, diarreias e alergias, cresce com mais saúde, ganha peso mais rápido, além de ficar menos tempo internado. O aleitamento materno também diminuiu o risco de doenças como hipertensão, colesterol alto, diabetes, obesidade e colesterol. A amamentação também reduz o peso da mãe mais rapidamente após o parto e ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia após o parto. As chances de se adquirir diabetes ou desenvolver câncer de mama e de ovário também diminuem significativamente.

Uma série de evidências científicas mostra que o leite materno é capaz de reduzir em 13% as mortes por causas evitáveis em crianças menores de cinco anos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com a OMS e a UNICEF, cerca de seis milhões de crianças são salvas por ano devido ao aumento das taxas de amamentação exclusiva. Além disso, o leite materno tem tudo o que a criança precisa até os seis meses, inclusive água.

BANCO DE LEITE – O Brasil possui a maior e mais complexa rede de bancos de leite do mundo. Atualmente, conta com 215 bancos de leite e 98 postos de coleta distribuídos em todos os estados. Nos últimos quatro anos, o Ministério da Saúde já repassou R$ 3,2 milhões para custeio do serviço no país. O modelo do Banco de Leite Humano Brasileiro é referência internacional e, desde 2005, o país exporta técnicas de baixo custo para implementar bancos de leite materno em 25 países da América Latina, Caribe Hispânico, África Portuguesa e Península Ibérica. Uruguai, Venezuela e Equador receberam as primeiras tecnologias transferidas e Portugal e Espanha receberam os primeiros bancos no modelo brasileiro.

SERVIÇO –  Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano, basta estar saudável e não estar tomando nenhum medicamento que interfira na amamentação. Por isso, se você está amamentado e quer doar, procure o banco de leite humano mais próximo ou ligue para o Disque Saúde, no número 136. Seu gesto significa a vida para uma criança.

Antes da coleta, é aconselhável que a doadora faça uma higiene pessoal, cobrindo os cabelos com lenço ou touca, usando pano ou máscara sobre o nariz e a boca, lavando bem as mãos e os braços, até o cotovelo, com bastante água e sabão. As mamas devem ser lavadas apenas com água e, em seguida, secadas com toalha limpa. O leite deve ser coletado em local limpo e tranquilo. O leite humano extraído para doação pode ficar no freezer ou no congelador da geladeira por até 10 dias. Nesse período, deverá ser transportado ao banco de leite humano mais próximo da sua casa.

Fonte: Da assessoria do CONASEMS com informações da Agência Saúde

Campanha de Vacinação

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Saúde + 10 – Paraíba participa de movimento nacional para resgatar recursos da saúde

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), Conselho Estadual de Saúde, Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) aderiram ao Movimento Nacional “Saúde + 10”, que tem como objetivo lutar contra perdas financeiras que o setor da saúde vem enfrentando nos últimos anos. O movimento na Paraíba também foi encabeçado pela 1ª Gerência Regional de Saúde e aderido pelas outras 11 gerências regionais de saúde.   Os secretários municipais de saúde e os gerentes regionais estão recebendo todo o material necessário para coleta de assinaturas que serão utilizadas em um projeto de lei de iniciativa popular.

O presidente do Conselho Estadual de Saúde, Eduardo Cunha explicou que o movimento Nacional em defesa da saúde pública “Saúde + 10”, é uma iniciativa que pretende arrecadar assinaturas da população em todos os estados brasileiros. O objetivo é assegurar o repasse de 10% das receitas correntes brutas do Governo Federal, aprovadas na emenda 29 para a saúde pública brasileira, entendendo a necessidade da definitiva priorização da saúde pelo Governo Federal. Ele explicou que a Emenda 29 foi aprovada há mais de dez anos e, no ano passado, foi regulamentada. Com isso, a União tem que repassar 10% da Receita Bruta, o Estado 12% e os municípios 15% para a saúde.

Para o secretário de Estado da Saúde, Waldson Souza, esse é um movimento nacional de grande importância para a saúde pública. Com a aprovação da iniciativa será possível quase que dobrar o orçamento no Estado e, consequentemente, oferecer melhores condições para formação e qualificação de profissionais, melhores salários, além de ofertar equipamento e serviços com tecnologia e de qualidade. “Para atingirmos o maior número possível da população paraibana é necessário o apoio de todos os gerentes regionais de Saúde e dos secretários de Saúde de todos os municípios para juntos obtermos o maior número possível de assinaturas”, informou o Secretário.

Segundo a presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde da Paraíba (Cosems/PB), Soraya Galdino, o subfinanciamento  da saúde é real e o movimento vem garantir o aumento de recursos fortalecendo o SUS.  “É um movimento forte, pois diversas entidades públicas se uniram em prol da saúde”, destacou Soraya.

O movimento pretende contar com a participação de toda a estrutura da saúde do Estado, além de entidades, associações, igrejas e a sociedade civil organizada.  Para a aprovação do projeto são necessários um 1,5 milhão de assinaturas e a Paraíba terá que colher cerca de 300 mil. Eduardo Cunha afirmou que, com a aprovação do  “Saúde  + 10”,  o Estado da Paraíba terá acréscimo de receita de no mínimo R$ 800 milhões.

O formulário para a coleta de assinaturas já está à disposição dos Secretários e Gerentes na 1ª Regional de Saúde. Em todo o Estado, pontos de coleta serão organizados, a exemplos de hospitais e escolas, para que a população possa aderir ao movimento. As assinaturas devem ser entregues no Conselho Estadual de Saúde da Paraíba com o presidente do Conselho, dr. Eduardo Cunha. O telefone do Conselho é o (083) 3218-7365. As listas serão encaminhadas para a Secretaria de Estado da Saúde, por meio das 12 Regionais. A Secretaria de Estado da Saúde encaminhará as listas ao CONASS, em Brasília, para se somar às demais listas do país.

Orientações

Para que a lista de assinaturas tenha validade é obrigatório que o cidadão informe os dados do título de eleitor, porque a Lei federal nº 9.709, de 18 de Novembro de 1998, que dispõe sobre plebiscito, referendo e iniciativa popular, em seus Artigos 13 e 14, definem o que é a iniciativa popular e os requisitos legais para sua efetivação, dentre eles a informação do número do título de eleitor, zona e seção.

Por Joelma Medeiros – Coordenadora da Assessoria da Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba

Links

Brasil Prevent 2012

logo_brasilprevent2012Lideradas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, as mais importantes sociedades de cardiologia do mundo divulgaram a Carta do Rio de Janeiro, um documento de cinco páginas que estabelece as estratégias das campanhas de prevenção das doenças cardiovasculares no Brasil, na America Latina e em todo o mundo, cujo objetivo é reduzir em 25% a mortalidade até 2025.

Elaborada e assinada pelos presidentes da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Jadelson Andrade, American Heart Association, Donna K Arnett, European Society of Cardiology, Fausto Pinto, World Heart Federation, Sidney Smith e Interamerican Society of Catdiology, Daniel Piñero, o documento inédito no mundo estabelece recomendações para reduzir a prevalência dos fatores de risco cardiovascular na população e desta forma modificar o atual perfil epidemiológico destas doenças responsável por cerca de 17 milhões de mortes por ano no mundo, e 315 mil mortes por ano no Brasil, correspondendo a 30% do total de mortes dentre todas as causas de morte relacionadas.

O objetivo é reduzir em 10% a prevalência do sedentarismo nos adultos acima de 18 anos, 25% de redução na prevalência da pressão alta, entendida como maior que 14 por 9 mmHG, limitar a ingestão de sal a menos de 5 gramas diárias, o correspondente a 2000 mg de sódio, redução da prevalência do tabagismo em 30%, diminuir a ingestão de gorduras saturadas em 15%, sustar o aumento dos níveis de obesidade, reduzir em 10% o consumo excessivo de álcool, reduzir em 20% o nível de colesterol total na população, disponibilizar medicamentos para 50% da população para a qual são recomendadas drogas para prevenir ataques cardíacos e AVC (derrames) e disponibilizar medicamentos, para pelo menos 80% da população que necessite da sua utilização.

A proposta das sociedades de cardiologia está de acordo com as recentes deliberações da Organização Mundial da Saúde, que recentemente anunciou que a cada ano estão morrendo 17,5 milhões de pessoas pelo que define como “doenças não transmissivas crônicas degenerativas”, as principais das quais são o infarto, os acidentes vasculares cerebrais e arritmias. Ainda segundo a OMS, essas doenças fazem com que grande número de pessoas venha a falecer com menos de 60 anos, quando mesmo em muitos países em desenvolvimento, inclusive o Brasil, a expectativa de vida é em torno de 76 anos.

“A Sociedade Brasileira de Cardiologia está animada ao estabelecer esta parceria com as mais importantes sociedades de cardiologia do mundo e desta forma ser agentes de mudança no nosso país para incentivar as pessoas a fazer as escolhas inteligentes que irão ajudá-las a proteger sua saúde”, afirma o presidente da SBC, Jadelson Andrade. “Dada a vontade política global que existe para tratar de doenças crônicas, acreditamos que temos uma oportunidade sem precedentes para sensibilizar e agir em nossa missão conjunta para tratar doenças do coração”, finaliza Jadelson.

Confira o documento na íntegra:
http://www.cardiol.br/brasilprevent/2012/noticia08.asp

Fonte: CONASS

Campanha mostra avanços do S.O.S Emergências

Ministério da Saúde tem investido na melhoria do atendimento de urgência e emergência à população no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). E, para comemorar o primeiro ano de implantação da estratégia, está sendo veiculada uma campanha publicitária que destaca as principais ações dentro dos 12 hospitais que integram o S.O.S Emergências. A peça será veiculada nas principais emissoras de TV do país, durante uma semana, a partir desta quinta-feira.

Em um ano, da implantação do S.O.S. Emergências, o Ministério da Saúde disponibilizou 1.155 leitos, esta medida contribuiu para diminuição de pacientes em macas nos corredores das emergências e na redução da taxa de ocupação das unidades. A iniciativa, que integra a Rede Saúde Toda Hora, vai alcançar, até 2014, os 40 maiores prontos-socorros brasileiros, abrangendo todos os 26 estados e o Distrito Federal. A estratégia tem como objetivo atuar de forma mais organizada e efetiva sobre a oferta da assistência nas grandes emergências do País.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, já visitou os 12 hospitais que integram o S.O.S. Emergências, uma iniciativa do governo federal, em parceria com estados e municípios e os gestores hospitalares para promover o enfrentamento dos principais problemas desses hospitais, qualificar a gestão, ampliar o acesso aos usuários em situações de urgência e garantir atendimento ágil, humanizado nos hospitais que atendem pelo SUS.

“Estamos, aos poucos, reorganizando o atendimento para desafogar essas emergências e satisfeito com os resultados já obtidos. Os desafios são muitos e estamos trabalhando para que a assistência seja garantida de forma adequada aos pacientes que dependem do SUS”, afirma Padilha.

Anuncios_SOS_UPA24h_Depoimentos_202x266_JefersonAté o momento, 12 hospitais de grande porte fazem parte do S.O.S. Emergências e estão nas seguintes localidades: Goiânia (GO) Ananindeua (PA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Brasília (DF), São Paulo (SP), Belo Horizonte (BH), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS). Todos os hospitais selecionados são referências regionais, possuem pronto-socorro e realizam grande número de internações e atendimentos ambulatoriais.

Medidas – Os recursos investidos totalizam R$ 116 milhões e deve saltar para R$ 470 milhões, até 2014. Desde a instalação do S.O.S. Emergências, cada um dos 12 hospitais recebe R$ 3,6 milhões/ano de custeio e R$ 3 milhões para reforma e\ou compra de equipamentos, além do pagamento diferenciado dos leitos de retaguarda.

O S.O.S. Emergências prevê capacitar os profissionais da saúde para melhorar e agilizar os serviços prestados à população, aumentar o número de novos leitos de retaguarda nessas unidades ou em hospitais parceiros e qualificar leitos de retaguarda já existentes, visando diminuir a superlotação da emergência.

O Ministério da Saúde também desenvolve outras ações nesses hospitais como: qualificação dos profissionais que atuam nessas unidades, além da implantação do sistema de informatização da emergência e o de vídeo monitoramento para acompanhar o desempenho da unidade e o fluxo de pacientes na entrada da emergência de cada hospital.

Iniciativa – O S.O.S. Emergências é uma ação para melhorar o atendimento nos serviços de urgência. As medidas adotadas como o acolhimento e classificação de risco dos pacientes, gestão de leitos, monitoramento contínuo dos resultados possibilitam avançar no alcance dos objetivos do programa. Logo ao entrar no hospital, o paciente é acolhido por uma equipe que definirá o seu nível de gravidade e o encaminhará ao atendimento específico de que necessita.

A gestão interna de leitos avalia os motivos da permanência prolongada no pronto socorro e encaminha as providências necessárias, reordenando os fluxos de internação. A implantação de protocolos clínico-assistenciais e administrativos possibilitam a oferta adequada do tratamento ao paciente. Estão sendo tomadas, ainda, medidas para proporcionar a adequação da estrutura e do ambiente hospitalar.

A iniciativa funciona de forma articulada com os demais serviços de urgência e emergência que compõem a Rede Saúde Toda Hora como o SAMU, UPAS 24 horas, Salas de Estabilização, serviços da Atenção Básica e Melhor em Casa.

Fonte: Neyfla Garcia /Agência Saúde

NOVEMBRO AZUL

CAMPANHA DE COMBATE AO CÂNCER DE PRÓSTATA

 

A intenção do COSEMS-PB durante todo esse mês de novembro é sensibilizar os homens acima de 40 anos sobre a importância do diagnóstico precoce do Câncer de Próstata, o que aumenta as chances de cura.

 

Outubro Rosa

A intenção do COSEMS-PB durante todo esse mês de outubro é sensibilizar as mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce do Câncer de Mama, o que aumenta as chances de cura.

O câncer de mama é o tipo de tumor maligno mais comum entre as mulheres e também o que mais leva à morte. O câncer de colo de útero é o segundo.

Os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram que 12.705 pacientes perderam a vida por causa da doença, em 2010. A estimativa é que 52 mil casos sejam diagnosticados em 2012, em todo o país.

Mulheres com casos de câncer de mama na família, principalmente mãe e irmã, devem procurar o diagnóstico a partir dos 35 anos. A mamografia é o método indicado para detectar a doença em fase inicial. Desde 2009, toda mulher acima dos 40 anos tem direito a fazer o exame. Mulheres acima de 50 anos devem realizar mamografias a cada dois anos ou de acordo com recomendação médica.

Campanha conscientiza sobre câncer colorretal

Estima-se, em 2012, o surgimento de 30.140 novos casos de câncer do colorretal no país

A Campanha Nacional de Enfrentamento do Câncer do Colorretal será lançada nesta quarta-feira (5) por meio de uma parceria entre o Ministério da Saúde, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) e a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP). O objetivo é orientar a população e sensibilizar os profissionais da área de saúde, capacitando-os para o acolhimento dos pacientes.

O câncer do colorretal ataca o intestino grosso e desenvolve lesões inicialmente benignas, que crescem na parede do cólon e, se associados com predisposição genética e hábitos não saudáveis de vida, transformam-se em câncer com o passar do tempo. O lançamento da campanha acontece durante a cerimônia de abertura do 61° Congresso Brasileiro de Coloproctologia, em Belo Horizonte (MG).

Para o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães, essa iniciativa reafirma o compromisso do Ministério em combater o aparecimento de novos casos desse tipo de câncer no Brasil. “A campanha busca orientar profissionais quanto ao atendimento e conscientizar a população sobre como se prevenir. Hábitos não saudáveis podem contribuir para o surgimento desse tipo de câncer, que se diagnosticado em estágio inicial, apresenta chance de cura de 70% a 90%, tornando a prevenção e o controle fundamentais”, destaca o secretário.

Durante o lançamento da campanha o Ministério da Saúde distribuirá cartilhas para dois mil especialistas – participantes do congresso. O documento traz orientações quanto ao atendimento à população. Também serão disponibilizadas nas Unidades Básicas de Saúde e nos serviços especializados, as cartilhas para a população com dicas de prevenção, tratamento e sintomas da doença. Leia mais